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	<title>Food for Thought &#187; The Economist</title>
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	<description>Blog profissional de Salvador da Cunha, Director Geral da Lift Consulting</description>
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		<title>Portugueses pouco orgulhosos do seu país</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 01:06:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Reputação]]></category>
		<category><![CDATA[The Economist]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim como algumas pessoas têm uma auto-estima mais acentuada do que outras, também nos países, através da percepção das suas populações, se consegue medir o orgulho pela nação. Num inquérito realizado pelo Reputation Institute (representado em Portugal pela Lift) em 33 países do Mundo publicado pelo The Economist esta semana, as populações foram desafiadas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Assim como algumas pessoas têm uma auto-estima mais acentuada do que outras, também nos países, através da percepção das suas populações, se consegue medir o orgulho pela nação. Num inquérito realizado pelo Reputation Institute (representado em Portugal pela <a href="http://www.lift.com.pt" target="_blank">Lift</a>) em 33 países do Mundo publicado pelo <a href="http://www.economist.com/daily/chartgallery/displayStory.cfm?story_id=14536817&amp;source=features_box4" target="_blank">The Economist </a>esta semana, as populações foram desafiadas a medir as taxas de confiança, admiração, respeito e orgulho pelo seu país.</p>
<p style="text-align: justify;">Os australianos são os mais exuberantes sobre o seu país e lideram a lista, seguidos pelos canadianos. Já os americanos, normalmente patrióticos e hiper-orgulhosos surgem este ano meio da tabela, eventualmente afectados pela crise mundial que ajudaram a criar.</p>
<p style="text-align: justify;">Portugal, como não podia deixar de ser, continua a olhar de baixo para cima. Um complexo de inferioridade que não se ajusta à nossa realidade mas que nos prejudica de forma incalculável. Colocamo-nos num pouco orgulhoso 4 lugar, a contar do fim&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo de Portugal está apenas o Brasil, a África do Sul e Japão. Todos terão as suas razões, mas nenhuma é igual à portuguesa onde se repete à fartazana a frase «só neste país&#8230;»</p>
<p style="text-align: justify;">É necessário mudar esta mentalidade&#8230;</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//economist1.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1560 center" title="economist1" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//economist1.jpg" alt="" width="602" height="545" /></a></p>
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		<title>«The Economist» põe Sócrates à prova</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jan 2009 16:11:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sócrates]]></category>
		<category><![CDATA[The Economist]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Amanhã irá ter lugar um dos testes mais violentos às previsões do Governo português para evolução da economia. Será a primeira grande prova de José Sócrates em ano de eleições. Neste momento uma das ponderações do primeiro ministro deverá ser faltar à conferência: mas nunca o fez no passado. Seria uma demonstração de pânico, nacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//econf_logo.gif"><img class="size-full wp-image-760  aligncenter" title="econf_logo" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//econf_logo.gif" alt="" width="287" height="29" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Amanhã irá ter lugar um dos testes mais violentos às previsões do Governo português para evolução da economia. Será a primeira grande prova de José Sócrates em ano de eleições. Neste momento uma das ponderações do primeiro ministro deverá ser faltar à conferência: mas nunca o fez no passado. Seria uma demonstração de pânico, nacional e internacional. Por isso, às 5 da tarde, lá estará.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto, contrariado, o Governo lá fez uma revisão das suas estimativas baseadas nas novas previsões do Banco de Portugal, as críticas ao executivo avolumam-se. O Economist Intelligence Unit, avança hoje (<a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356552&amp;idCanal=57" target="_blank">ver link</a>) com previsões violentíssimas para Portugal em 2009: PIB cai 2%, desemprego sobe para cima dos 8%, défict orçamental ficará nos 4,5% e pela primeira vez a inflação será negativa (deflação) em 0,3%.</p>
<p style="text-align: justify;">Até ex-aliados vem a terreiro alertar o país. Numa entrevista publicada hoje no Correio da Manhã (<a href="http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000229-0000-0000-0000-000000000229&amp;contentid=0798D0E0-2649-4553-AC62-190DD2F4F834" target="_blank">ver Link</a>), Luis Campos e Cunha, o primeiro ministro da finanças de Sócrates classifica a tentativa de <strong>«esconder a actual crise dos portugueses»</strong> como «<strong>uma gigantesca operação de ocultação do Executivo socialista</strong>». Isto é grave.</p>
<p style="text-align: justify;">Amanhã o &#8220;The Economist&#8221; irá ter oportunidade de explicar ao primeiro-ministro e ao país as suas previsões e este irá por certo tentar contrariar a opinião da área de inteligência da prestigiada revista com o falhanço das previsões de outros anos (a equipa de Sócrates, incluindo o seu velho Spin Doctor, deverão estar agora a preparar o ataque a esta previsões)</p>
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		<title>A publicidade gratuita é sempre bem vinda</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 22:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[António Borges]]></category>
		<category><![CDATA[Passos Coelho]]></category>
		<category><![CDATA[PSD]]></category>
		<category><![CDATA[The Economist]]></category>

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		<description><![CDATA[
 O Expresso anuncia, com antetítulo «Polémica», que uma «Agência de Imagem promove Passos no The Economist» (Ver artigo). Confirmo que foi de facto a Lift a sugerir o nome de Pedro Passos Coelho para fechar a conferência do The Economist, como vem fazendo com vários outros nomes desde há quatro anos.
Mas este ano houve polémica. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//econf_logo.gif"><img class="size-full wp-image-760    alignleft" title="econf_logo" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//econf_logo.gif" alt="" width="287" height="29" /></a></p>
<p> O Expresso anuncia, com antetítulo «Polémica», que uma <strong>«Agência de Imagem promove Passos no The Economist» </strong>(<a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//economist.jpg" target="_blank">Ver artigo</a>). Confirmo que foi de facto a Lift a sugerir o nome de Pedro Passos Coelho para fechar a conferência do The Economist, como vem fazendo com vários outros nomes desde há quatro anos.</p>
<p>Mas este ano houve polémica. Porquê? Porque António Borges caiu na armadilha de dizer que <strong>«houve mão do Governo na escolha de Passos Coelho»</strong>. Nada mais falso e mais irónico. Tanto como o facto de ter também sido a Lift a escolher o nome do próprio António Borges há dois anos e nessa altura ele não achou que houvesse mão de Sócrates.</p>
<p>Nem acho que Borges tivesse tido conhecimento desse facto: fica agora a saber que não foi o Governo nem o PS que o escolheu na altura em que o PSD era liderado por Luis Marques Mendes, em Janeiro de 2007. Borges era nessa altura, como será ainda hoje, um dos possíveis candidatos à liderança do PSD. Muito menos convicto que Passos Coelho e por isso muito menos provável. Com alguma experiência de vida, mas sem carisma.</p>
<p>Quero deixar bem claro que nunca a Lift trabalhou para o Governo de Sócrates, para o Partido Socialista ou para qualquer empresa pública dominada pelo PS. Não somos a agência do regime. Esse papel é de outros.</p>
<p>Somos a consultora do &#8220;The Economist&#8221; em Portugal desde há três anos. Mas somos também a consultora permanente de 35 outras grandes multinacionais. Provavelmente a consultora portuguesa que lidera este segmento. Não dependemos de regimes, mas de competência reconhecida e do facto de sermos a consultora portuguesa mais premiada de sempre. Nacional e internacionalmente.</p>
<p>Esclarecidos os possíveis mal entendidos e as interpretações menos responsáveis, quero também dizer obrigado: pela promoção da Lift e pela promoção da conferência. Não me esquecerei de usar a mesma receita dentro de um ano.  </p>
<p>Ps: Já agora fica a informação que pelas contas da Cision, esta noticia tem um valor de 3.904 euros para a Lift.</p>
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