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	<title>Food for Thought &#187; Relações Públicas</title>
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	<description>Blog profissional de Salvador da Cunha, Director Geral da Lift Consulting</description>
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		<title>Prémios para comunicação e relações públicas</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 19:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[prémios]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os prémios reputação são uma iniciativa da APECOM, associação das consultoras de comunicação, destinada a promover a actividade de comunicação e relações públicas, seja a realizada in house pelas empresas, seja da responsabilidade de consultoras de comunicação, mesmo não associadas. Para além do mais, estes prémios permitirão galardoar os profissionais individuais que estejam na origem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.premios-reputacao.pt"><img class="size-full wp-image-2640  aligncenter" title="Logo_premios" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//Logo_premios.JPG" alt="Logo_premios" width="252" height="157" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os prémios reputação são uma iniciativa da APECOM, associação das consultoras de comunicação, destinada a promover a actividade de comunicação e relações públicas, seja a realizada in house pelas empresas, seja da responsabilidade de consultoras de comunicação, mesmo não associadas. Para além do mais, estes prémios permitirão galardoar os profissionais individuais que estejam na origem dos trabalhos premiados. Ver mais em <a href="http://www.premios-reputacao.pt">www.premios-reputacao.pt</a></p>
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		<title>Thought of the day: Reputation laundering?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 16:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Thought of the day]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria em comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Etica]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Reputação]]></category>

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		<description><![CDATA[Será legitimo que empresas de consultoria em comunicação trabalhem clientes controversos, como países que declaradamente desrespeitem os direitos humanos? É a questão que está a animar o mercado britânico, depois do Guardian ter escrito o artigo  «PR firms make London world capital of reputation laundering».
No mesmo jornal já há quem venha em defesa do sector [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Será legitimo que empresas de consultoria em comunicação trabalhem clientes controversos, como países que declaradamente desrespeitem os direitos humanos? É a questão que está a animar o mercado britânico, depois do Guardian ter escrito o artigo  «<a href="http://www.guardian.co.uk/media/2010/aug/03/london-public-relations-reputation-laundering">PR firms make London world capital of reputation laundering</a>».</p>
<p>No mesmo jornal já há quem venha em defesa do sector (<a href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2010/aug/06/response-reputation-laundering-nations-improve">ver aqui</a>), afirmando que a gestão de reputação induz bons comportamentos e dá o exemplo do Ruanda que vai a eleições presidenciais pela primeira vez 16 anos.  </p>
<p>O próprio Paul Holmes considera o artigo mal feito e infundado (<a href="http://www.holmesreport.com/blog/index.cfm/2010/8/9/Shoddy-Unsubstantiated-Allegations-of-Reputation-Laundering">ver aqui</a>). Confrontado pelo jornalista do Guardian, Lord Bell, ex-conselheiro de Margaret Thatcher e líder da Chime Plc, diz apenas «&#8221;I’am not an international ethics body. We do communications work. If people want to communicate their argument we take the view that they are allowed to do so.»</p>
<p>Um tema controverso que merece ser debatido.</p>
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		<title>Higher, Deeper, Faster – the human nature</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 19:03:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Red Bull Stratos]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Já esta em curso uma das maiores acções de relações públicas do ano, a nível planetário: O Red Bull Stratos Project, ou o voo do austríaco Felix Baumgartner do limiar do espaço para a Terra. Ao saltar a 35 quilómetros da Terra, Baumgartner vai pela primeira vez quebrar a velocidade do som em queda livre, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//FelixJoe.jpg"><img class="size-full wp-image-2096 aligncenter" title="Felix&amp;Joe" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//FelixJoe.jpg" alt="Felix&amp;Joe" width="611" height="213" /></a> </p>
<p style="text-align: justify;">Já esta em curso uma das maiores acções de relações públicas do ano, a nível planetário: O <strong>Red Bull Stratos</strong> Project, ou o voo do austríaco <a href="http://www.facebook.com/FelixBaumgartner?ref=mf">Felix Baumgartner</a> do limiar do espaço para a Terra. Ao saltar a 35 quilómetros da Terra, Baumgartner vai pela primeira vez quebrar a velocidade do som em queda livre, que à temperatura de -10 graus centigrados, se atinge aos 1.171,4 km/hora.</p>
<p style="text-align: justify;">O projecto está em desenvolvimento há pelo menos três anos e é encarado como uma missão espacial, que conta com o apoio do ex-piloto da força aérea norte-americana Joseph Kittinger, actual recordista mundial, que saltou de uma altura 31,3 mil metros há exactamente 50 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Baumgartner chega à estratosfera num balão de hélio, abrigado por uma cápsula pressurizada. Depois do salto, chegará à Terra uns longuíssimos 5 minutos e 35 segundos depois. O mais longo salto em queda livre de sempre. De resto serão batidos 4 recordes do mundo: o salto mais alto e mais veloz e mais longo de sempre e o voo de balão mais alto.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale a pena ver o vídeo e o que já foi feito em termos de comunicação. Nem vale a pena dizer que as televisões já leiloaram o programa exclusivo de 90 minutos com toda a história, para lá da parafernália mediática: ganhou BBC/National Geographic Channel.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p>                                            <a href="http://www.youtube.com/watch?v=PyGmTV0q2kY"><object style="width: 425px; height: 350px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PyGmTV0q2kY" /><param name="align" value="bottom" /><embed style="width: 425px; height: 350px;" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/PyGmTV0q2kY" align="bottom"></embed></object></a></p>
<p><strong></strong></p>
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		<title>Qual mini MBA? Está tudo louco?</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 22:27:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma dos princípios inegociáveis da Comunicação / Relações Públicas assenta na absoluta necessidade de preservar a verdade a todo o custo. Para além das óbvias razões éticas, há uma outra razão simples e pragmática: é na verdade que se baseia a manutenção de bons relacionamentos e este é um negócio que vive dos relacionamentos.
Mas há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//einstein.jpg" target="_blank"><img class="left size-full wp-image-2048" style="border: white 1px solid;" title="einstein" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//einstein.jpg" alt="einstein" width="230" height="300" /></a>Uma dos princípios inegociáveis da Comunicação / Relações Públicas assenta na absoluta necessidade de preservar a verdade a todo o custo. Para além das óbvias razões éticas, há uma outra razão simples e pragmática: é na verdade que se baseia a manutenção de bons relacionamentos e este é um negócio que vive dos relacionamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas há outra, importante: as relações públicas, ao contrário do que se vulgarizou na publicidade, não são por princípio «over promissing». Não prometem corpos esbeltos, não prometem desempenhos extraordinários, não prometem impossíveis. Não devem empolar as características dos produtos a ponto de parecerem irrealizáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo dito isto, penso que o «Mini MBA» anunciado pelo IIR muito recentemente não passa de um logro. E não digo isto pelos conteúdos, que à excepção do módulo 2 (conteúdo é PR 0.0), me parecem adequados para uma formação de base. Digo isto porque não se trata de um MBA, nem de um mini MBA. Trata-se de uma formação, que tem a sua legitimidade, mas é apenas isso. Isto sem qualquer tipo de desprimor para os formadores, principalmente para o Luis Rasquilha e para o José Quintela por os conhecer bem e admirar (de resto o José Quintela foi formador na primeira edição do Lift Summer Camp). Mas o anúncio causou-me o arrepio de quem achou que aquilo estava tudo mal. Principalmente por se tratar de uma área onde a mentira e o exagero devem ser abolidos a todo o custo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A ascensão dos «relações públicas»</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 00:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a U.S. News &#38; World Repor,  a carreira de técnico de relações públicas e comunicação nos Estados Unidos está entre as 50 melhores carreiras de 2010 e será uma das que terá maior crescimento na década que agora começa. Penso que é a primeira vez que a profissão atinge este estatuto.
E têm várias razões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//Simbolo-LIft-Caixa.JPG" target="_blank"><img class="left size-full wp-image-2007" style="border: WHITE 1px solid;" title="Simbolo LIft Caixa" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//Simbolo-LIft-Caixa.JPG" alt="Simbolo LIft Caixa" width="186" height="148" /></a>Segundo a <a href="http://www.usnews.com/money/careers/articles/2009/12/28/public-relations-specialist.html">U.S. News &amp; World Repor</a>,  a carreira de técnico de relações públicas e comunicação nos Estados Unidos está entre as 50 melhores carreiras de 2010 e será uma das que terá maior crescimento na década que agora começa. Penso que é a primeira vez que a profissão atinge este estatuto.</p>
<p style="text-align: justify;">E têm várias razões de ser, sendo que as mais críticas são a falta confiança do público nas empresas (provocada pelos excessos postos a nú pela crise financeira) e o advento das redes sociais e do “jornalismo  popular”, instantâneo e sem barreiras. Ambas influenciam o cidadão comum, mas também os próprios jornalistas e criam opinião pública.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Paul Holmes faz todo o sentido que a profissão de relações públicas ascenda na escala das profissões mais relevantes, uma vez que construção de laços cada vez mais fortes entre as empresas e os seus Stakeholders é uma tendência incontornável da gestão moderna. Isso não se faz com nenhuma outra disciplina do marketing unidireccional. Faz-se com «relacionistas», expressão que ouvi pela primeira vez da boca do Mestre Abílio da Fonseca (ISMAI), para definir os técnicos de relações públicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque as relações públicas são uma actividade multi-Stakeholder, plural, multidimensional e com várias direcções. Temos todos de promover a criação de talentos neste sector.</p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pensar diferente a promoção de Portugal</title>
		<link>http://foodforthought.lift.com.pt/2009/10/pensar-diferente-a-promocao-de-portugal/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 22:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Best job in the world]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[O &#8220;novo&#8221; governo podia inspirar-se na excepcional campanha desenvolvida pela Austrália para promover o seu país e aprender como é uma acção de comunicação arrojada e quase sem meios, conseguiu o que ninguém nunca tinha conseguido por tão pouco dinheiro.
É que a campanha de facto inspiradora: Não só aumentou a reputação do país a nível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O &#8220;novo&#8221; governo podia inspirar-se na excepcional campanha desenvolvida pela Austrália para promover o seu país e aprender como é uma acção de comunicação arrojada e quase sem meios, conseguiu o que ninguém nunca tinha conseguido por tão pouco dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">É que a campanha de facto inspiradora: Não só aumentou a reputação do país a nível mundial (está no Top 3 do <a href="http://foodforthought.lift.com.pt/2009/10/portugal-e-o-19%c2%ba-pais-com-melhor-reputacao-do-mundo/">ranking</a>), como aumentou de forma exponencial a auto-estima dos australianos (nº 1 do mundo).</p>
<p style="text-align: justify;">A lição está sobretudo na inovação: uma campanha multi-meios inspirada nas <strong>relações públicas</strong>, cuja principal preocupação foi gerar noticias a nível mundial. Não só conseguiu, como ultrapassou largamente os objectivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados, grosso modo, foram:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>34.684 Aplicações para o emprego de 201 países do mundo</li>
<li>610 horas de conteúdos gerados pelos candidatos</li>
<li>8 milhões de utilizadores do Web site e 52 milhões de paginas visitadas</li>
<li>Cobertura mediática avaliada em mais de 150 milhões de dólares</li>
<li>CNN e BBC realizaram documentários sobre a campanha</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Veja o case study: </p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/tCLDMGWZFFA" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/tCLDMGWZFFA"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Recolocar o público no centro das relações públicas</title>
		<link>http://foodforthought.lift.com.pt/2009/08/recolocar-o-publico-no-centro-das-relacoes-publicas/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 17:45:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Feira do Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Há cerca e mês e meio, aproveitando os feriados de Junho, rumei a Nova Iorque para cinco dias de férias. Comprei na altura um livro que agora estou a ler e que me está a fascinar por dois motivos: o primeiro tem a ver com uma total mudança de paradigma no negócio da consultoria em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//livro_public-in-pr.jpg"><img class="left size-medium wp-image-1315" style="border: white 1px solid;" title="livro_public-in-pr" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//livro_public-in-pr-300x300.jpg" alt="" width="210" height="210" /></a>Há cerca e mês e meio, aproveitando os feriados de Junho, rumei a Nova Iorque para cinco dias de férias. Comprei na altura um livro que agora estou a ler e que me está a fascinar por dois motivos: o primeiro tem a ver com uma total mudança de paradigma no negócio da consultoria em comunicação e relações públicas, em que as componentes e ferramentas digitais assumem relevâncias crescentes num negócio que pretende influenciar positivamente os Stakeholders de uma organização.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo motivo tem a ver com o público. Colocar de novo o público no centro das relações públicas. A comunicação digital, as redes sociais, as crescentes necessidades de partilha de opinião e informação estão a tornar isso possível. Mais do que possível, estão a provocar um movimento incontornável: comunicar directamente para comunidades de interessados.</p>
<p style="text-align: justify;">As páginas de fãs no Facebook são uma das ferramentas mais poderosas que existe nesse sentido. Quando, por exemplo, uma página em Portugal tem mais de 2000 fãs a sua potência em relação aos meios de comunicação generalista é brutal. È por isso que o livro «Putting the Public Back in Public Relations: How Social Media Is Reinventing the Aging Business of PR» me está a fascinar. Vejo agora que a Lift apontou no caminho certo quando há dois anos criou a área de prática Lift Digital.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho digital desenvolvido pela Lift para a APEL nas feiras do Livro de Lisboa e Porto foi um excelente exemplo disso mesmo, com a comunicação digital centrada em dois micro-sites institucionais, um blog, twitter e facebook na vanguarda da comunicação tradicional.</p>
<p style="text-align: justify;">Os jornalistas que queriam saber o que se passava, tinham tudo ao seu alcance como o publico em geral. O resultado final ficou à vista de todos, com o monumental sucesso das feiras deste ano.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Thought of the day: A notoriedade é efémera. A reputação prevalece.</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 12:57:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Thought of the day]]></category>
		<category><![CDATA[Notoriedade]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Reputação]]></category>

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		<description><![CDATA[Os dois conceitos misturam-se e tem de viver em conjunto, mas enquanto o primeiro depende da empresa e das suas estratégias de comunicação e publicidade, o segundo está depende do que os Stakeholders pensam da empresa e na forma como estão dispostos a interagir com ela. Depende de todas as interacções que tem com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os dois conceitos misturam-se e tem de viver em conjunto, mas enquanto o primeiro depende da empresa e das suas estratégias de comunicação e publicidade, o segundo está depende do que os Stakeholders pensam da empresa e na forma como estão dispostos a interagir com ela. Depende de todas as interacções que tem com a empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro conceito gera conhecimento espontâneo: se uma marca não estiver no ar, desvanece-se. É o paradigma da publicidade. É efémera.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo, aproveita o conhecimento espontâneo e gera respeito, confiança, estima e admiração. Estes sentimentos não permitem que o público se esqueça da marca. Não está relacionado com a publicidade, mas com os comportamentos intrínsecos da empresa. Não depende de modas, nem de campanhas milionárias. Prevalece no tempo, porque os sentimentos fortes não desaparecem.</p>
<p style="text-align: justify;">A gestão da reputação é da competência exclusiva das relações públicas. </p>
]]></content:encoded>
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