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	<title>Food for Thought &#187; press releases</title>
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	<description>Blog profissional de Salvador da Cunha, Director Geral da Lift Consulting</description>
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		<title>O «Picasso» e «o pico de Aço»</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 00:13:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria em comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[press releases]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Is it OK for journalists/bloggers to name and shame persistent PR professionals?&#8221; é a sondagem do momento da PR Week. 51% dos 223 votantes diz que sim. Eu digo que não, mas compreendo os «sim». Compreendo que um jornalista não esteja para ler mais de 200 e-mails diários com informação que não lhe interessa profissionalmente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//PicassoXpicodeaço.JPG" target="_blank"><img class="left size-full wp-image-2071" style="border: white 1px solid;" title="PicassoXpicodeaço" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//PicassoXpicodeaço.JPG" alt="PicassoXpicodeaço" width="269" height="212" /></a><em>&#8220;Is it OK for journalists/bloggers to name and shame persistent PR professionals?&#8221;</em> é a sondagem do momento da PR Week. 51% dos 223 votantes diz que sim. Eu digo que não, mas compreendo os «sim». Compreendo que um jornalista não esteja para ler mais de 200 e-mails diários com informação que não lhe interessa profissionalmente. Compreendo que um jornalista não esteja para abrir e ler e-mails que gente que nunca viu na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta sondagem vem na sequência de uma campanha internacional feita por jornalistas e bloggers que pretendem colocar um fim nos biliões de press releases irrelevantes que são emitidos todos os dias. É de facto uma verdade que pode ser inconveniente para muitos, principalmente para aqueles que vêm na profissão assessor de imprensa apenas uma forma de divulgar informação por e-mail para bases de dados de jornalistas que não conhece.</p>
<p style="text-align: justify;">O papel do assessor de imprensa é mesmo o oposto desse. O assessor de imprensa ou o consultor de comunicação deve ser um perito no relacionamento com os meios de comunicação social. Deve conhecer razoavelmente bem os jornalistas a quem se dirige, mas sobretudo deve saber se a informação que lhes transmite, independente do formato, é ou não relevante. Quem está do outro lado (jornalista ou blogger) deverá ver nesse assessor de imprensa um facilitador e alguém que é respeitado e respeitável. Porque em 20 anos de profissão há uma coisa que eu nunca vi: um jornalista insatisfeito com as fontes que lhe deram uma grande caixa.</p>
<p style="text-align: justify;">É essa a grande diferença entre quem influencia e quem não tem relevância. E é O factor diferenciador que deve conduzir quem contrata os seus serviços. Porque, meus senhores, a consultoria em comunicação e a assessoria de imprensa  <span style="text-decoration: underline;"><strong>NÃO SÃO UMA COMMODITY</strong></span>.</p>
<p style="text-align: justify;">Não são serviços idênticos, não são prestados por pessoas idênticas nem com metodologias idênticas e sobretudo não tem preços comparáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo dito isto, afirmo que estes jornalistas têm alguma razão, mas não tem toda (como diz <a href="http://ipsissemfiltro.blogspot.com/2010/01/uma-verdade-inconveniente-de-pr.html" target="_blank">aqui </a>a Filipa Trigo).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
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