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	<title>Food for Thought &#187; PR</title>
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	<description>Blog profissional de Salvador da Cunha, Director Geral da Lift Consulting</description>
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		<title>Ainda Cannes e a participação das relações públicas…</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 23:42:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Cannes]]></category>
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		<category><![CDATA[prémios]]></category>

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		<description><![CDATA[Das pesquisas que tenho feito sobre esta matéria, depois de feitos alguns telefonemas e trocados alguns e-mails com parceiros internacionais, chego a duas conclusões sobre o que se passou em Cannes em relação aos prémios de PR. 
Em primeiro lugar não são prémios exclusivos: tem várias disciplinas e as consultoras de relações públicas participaram timidamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Das pesquisas que tenho feito sobre esta matéria, depois de feitos alguns telefonemas e trocados alguns e-mails com parceiros internacionais, chego a duas conclusões sobre o que se passou em Cannes em relação aos <a href="http://foodforthought.lift.com.pt/2009/06/os-premios-de-pr-que-os-pr-nao-ganharam/" target="_blank">prémios de PR</a>. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Em primeiro lugar não são prémios exclusivos: tem várias disciplinas e as consultoras de relações públicas participaram timidamente para ver os primeiros resultados. Em segundo, o júri de PR não foi consensual, afastando algumas das maiores empresas do sector. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Sendo o primeiro ano dos prémios, Cannes tgambém não resistiu à tentação de colocar o PR numa segunda linha de relevância em relação a outras disciplinas. Desta forma estes prémios não vingarão. </span></p>
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		<title>The whay PR thinks</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 22:56:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria em comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[PR]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[No post anterior falei sobre as lógicas subjacentes às actividades da publicidade e da comunicação e relações públicas. São muitíssimo diferentes, logo de inicio por duas ordens de razão inversamente proporcionais: garantias versus credibilidade.
A publicidade oferece as garantias necessárias de que tudo o que se paga sai como se paga, mas tem pouca credibilidade. De [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//cerebro.jpg"><img class="left size-medium wp-image-594" style="border: white 1px solid;" title="cerebro" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//cerebro.jpg" alt="" width="199" height="139" /></a>No post anterior falei sobre as lógicas subjacentes às actividades da publicidade e da comunicação e relações públicas. São muitíssimo diferentes, logo de inicio por duas ordens de razão inversamente proporcionais: garantias versus credibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A publicidade oferece as garantias necessárias de que tudo o que se paga sai como se paga, mas tem pouca credibilidade. De resto, na minha opinião, a publicidade tradicional tem cada vez menos credibilidade. Mas tem GRP&#8217;s. E os directores de marketing pagam exactamente o que recebem: X centenas de GRP&#8217;s por cada campanha que fazem. E isso tem impacto nas vendas que podem ser medidos. E tem bons bonecos, filmes caros, produtoras xpto e criativos esgrouviados. É um modelo que tem funcionado bem nos últimos 100 anos e que evoluiu muitíssimo nos últimos 30. É pouco arriscado.</p>
<p style="text-align: justify;">A comunicação, por seu lado, tem poucas garantias, mas muita credibilidade. São terceiras pessoas com credibilidade própria a descrever uma empresa, defender uma marca ou explicar uma novidade. Sendo terceiras pessoas, são logo mais credíveis do que o elogio em boca própria. Se ainda por cima foram jornalistas, a credibilidade dispara. A comunicação fala para outras audiências que não só os consumidores. Gera boa reputação.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é sobretudo totalmente intangível. Não se consegue medir automaticamente em séries curtas. Não consegue ainda fazer relações de causa/efeito.  Principalmente é uma indústria que ainda não conseguiu encontrar argumentos válidos para disputar grandes orçamentos. Já provou ser muito mais eficaz que a publicidade, mas ainda não consegue sobrepor-se à publicidade. É para quem gosta de assumir riscos suplementares e ter proveitos também suplementares.</p>
<p style="text-align: justify;">É este o paradoxo que se cria, quando uma empresa de publicidade subcontrata uma consultora de comunicação. Podem ouvir-se pedidos de «accounts» inexperientes de publicidade tão estranhos como: «quando me mandam o plano de meios de press releases?», ou «quando é que os jornalistas mandam as provas dos press releases?». De resto a palavra «press release» para os publicitários são uma categoria de empresas: as empresas de press releases. Muito redutor.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltarei e a este tema.</p>
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