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	<title>Food for Thought &#187; Gestão Crise</title>
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	<description>Blog profissional de Salvador da Cunha, Director Geral da Lift Consulting</description>
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		<title>Preparar momentos de crise é fundamental</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 12:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Lift Corporate]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi da área de prática Lift Corporte um texto que resume as principais conclusões da PSB, parceira de negócio da Burson-Marstelleer, sobre a importância da preparação para uma crise. 
Cerca de 60% dos decisores de negócio já passaram por uma situação de crise, contudo apenas 53% tem um plano de contingência.
Estas foram as principais conclusões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//crise.gif"><img class="right size-medium wp-image-1758" style="border: white 1px solid;" title="crise" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//crise-300x268.gif" alt="" width="270" height="241" /></a>Recebi da área de prática Lift Corporte um texto que resume as principais conclusões da PSB, parceira de negócio da Burson-Marstelleer, sobre a importância da preparação para uma crise. </strong></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><strong><em>Cerca de 60% dos decisores de negócio já passaram por uma situação de crise, contudo apenas 53% tem um plano de contingência.</em></strong></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>Estas foram as principais conclusões de um estudo levado a cabo pela PSB* e divulgado na segunda edição do ‘EMEA Crisis Club&#8217;, um encontro anual de comunicação de crise promovido pela Burson-Marteller, em Londres.</em></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>O estudo revela ainda um consenso generalizado no que diz respeito à ameaça que uma crise incontrolável e incerta representa para a reputação das empresas. Uma empresa bem preparada pode evitar um terço dos custos na resolução de uma crise, em parte porque o tempo médio de recuperação é menor &#8211; cerca de dois meses menos.</em></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>As empresas que não tenham um plano de crise definido, têm tendência para sofrer um maior impacto nas receitas e consequentes layoffs, se comparado com aquelas que previamente definiram um plano de contingência. Outras consequências podem passar pela quebra de preços, perda de reputação corporativa e confiança por parte dos media, opinião pública, indivíduos ou grupos.</em></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>Prova disso foi que no último ano, a crise financeira acabou por afectar significativamente as empresas que não estavam devidamente preparadas para uma situação de crise, como foi o caso da British Airways com o desastre no Terminal 5, assim como um conjunto de instituições financeiras.</em></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><strong><em>É certo que algumas crises são inevitáveis, contudo adequadamente planeadas podem minimizar significativamente o potencial impacto. O maior custo que uma empresa pode ter é negligenciar o investimento na sua própria preparação. As empresas que fazem esse investimento estão necessariamente mais bem preparadas para responder às contingências do mercado, do que as suas concorrentes.</em></strong></p>
<address style="padding-left: 30px; text-align: justify;">* Penn, Schoen &amp; Berland Associates, uma consultora internacional com mais de 30 anos de experiência , especialista em estudos de mercado e comunicação estratégica.</address>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Lift Corporate</strong></em></p>
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