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	<title>Food for Thought &#187; Fontes</title>
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	<description>Blog profissional de Salvador da Cunha, Director Geral da Lift Consulting</description>
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		<title>Acabou a presunção de inocência</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 13:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Fontes]]></category>
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Para quem não se tenha ainda apercebido, os tempos que correm em Portugal não são de feição para quem tem perfis mediáticos ou cargos públicos ou políticos de relevância, que possam estar sujeitos a investigações, escutas, chantagens, etc.
A presunção de inocência foi há muito abandonada em Portugal. Prevalece agora o linchamento na praça mediática. À [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: center"><img class="size-full wp-image-1764  aligncenter" title="presos" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//presos.jpg" alt="" width="499" height="154" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para quem não se tenha ainda apercebido, os tempos que correm em Portugal não são de feição para quem tem perfis mediáticos ou cargos públicos ou políticos de relevância, que possam estar sujeitos a investigações, escutas, chantagens, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">A presunção de inocência foi há muito abandonada em Portugal. Prevalece agora o linchamento na praça mediática. À investigação judicial da política, juntou-se a investigação judicial jornalística, a investigação judicial parlamentar e a investigação judicial popular. O resultado é um forrobodó de atentados a um dos direitos fundamentais da democracia: o direito à presunção de inocência, ao bom nome e defesa da reputação. <strong><em></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">É isto é o que acontece quando os processos judiciais, que estão em segredo de justiça, são abundantemente expostos na comunicação social, de forma parcial e persecutória, quando na maioria das vezes os próprios envolvidos (arguidos) não sabem sequer do que estão a investigados. Diz a constituição que o segredo de justiça se <em>assume como instrumento de garantia de eficácia da tutela jurisdicional dos direitos e interesses legalmente protegidos de todos os cidadãos</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Balelas. Serve apenas os interesses de quem acusa, independentemente da verdade. Depois pode ainda servir para escrever livros com uma versão deturpada dos factos, que a mediatização excessiva dos casos ajuda de sobremaneira a vender.</p>
<p style="text-align: justify;">Do lado de quem acusa diz-se que é a única forma de chegar aos «ricos e poderosos». Mas nesta rede de pesca ao arrasto apanha-se tudo, quando mais não seja porque alguns dos investigadores judiciais são pobre coitados que não têm como passar de uma classe média baixa, que olha de baixo para os poderosos e a quem a inveja já roeu os mais recônditos resquícios de ética e moral profissional. Não se pode generalizar, mas há uns quantos «Gonçalos Amarais» a conspurcar a imagem da nossa polícia para quem ver, ouvir e cheirar o sucesso de outros é muitas vezes insuportável.</p>
<p style="text-align: justify;">Os média, em permanente estado de falência, adoram estes «casos» porque é isso que lhes dá vendas e audiência, a única forma de subsistirem. Mas estes são, apesar de tudo, aqueles que têm obrigação moral de contar o que sabem. As escutas entre Sócrates e Vara, que constitucionalmente não podem ser usadas, já estão a sair a conta gotas em jornais, blogues e artigos de opinião. Vai ser outra barrigada igual à do Freeport.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>Muitos contras, nenhuns prós&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 22:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Fontes]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[prós e contras]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive na segunda-feira à noite no programa da RTP Pós e Contras que a Fátima Campos Ferreira (FCF) resolveu fazer para «grelhar» o José Manuel Fernandes (JMF) do Público. Primeira nota de desagrado em relação à forma como a Fátima faz as coisas, foi ter convencido o JMF que o principal motivo do programa não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//rtp_pros_e_contras.jpg"><img class="left size-medium wp-image-1591" style="border: white 1px solid;" title="rtp_pros_e_contras" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//rtp_pros_e_contras-300x164.jpg" alt="" width="240" height="131" /></a>Estive na segunda-feira à noite no programa da RTP Pós e Contras que a Fátima Campos Ferreira (FCF) resolveu fazer para «grelhar» o José Manuel Fernandes (JMF) do Público. Primeira nota de desagrado em relação à forma como a Fátima faz as coisas, foi ter convencido o JMF que o principal motivo do programa não seria o tema das «escutas presidenciais». Pois esse era o motivo único do programa e o JMF no íntimo sabia disso e numa primeira abordagem recusou lá ir. Mas a Fátima não só insistiu com ele que o tema não teria mais de um quarto de hora, como colocou na promo do programa «frente a frente» entre José Manuel Fernandes e João Marcelino, para ensanguentar as coisas&#8230; JMF ficou entre a espada e a parede e não teve outro remédio senão ir.</p>
<p style="text-align: justify;">Convidou também os provedores do Publico e da RTP. Diz que convidou os outros dois provedores de leitores e telespectadores que por motivos de doença não puderam estar. Diga-se que a FCF garantiu ao Paquete de Oliveira da RTP que estariam os outros colegas, única razão para este aceitar e quebrar as regras de não aceitar convites da própria RTP para ir à antena. Estou convencido que se trata de um modus operandi da FCF: diz a todos que os outros foram convidados, que já aceitaram, mas à última hora não é bem verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembro-me de um episódio em que um concorrente meu (uma agência de comunicação com enorme influência junto da FCF) quis induzir um programa sobre determinado tema. A FCF aceitou o desafio e desatou a convidar intervenientes. Um deles, cliente da Lift, não estava interessado em participar no que se sabia à partida que seria um programa manipulado e sem qualquer interesse objectivo. Teria no entanto de participar se fosse o único parceiro social ausente.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois se a Lift fosse acreditar na palavra da FCF, até a Ministra da Saúde lá estaria, coisa que nunca nos foi confirmada em directo pelo gabinete da própria ministra. Ou seja, a FCF manipula para conseguir montar o programa, chegando ao extremo de mentir se isso for necessário para colocar um &#8220;prós e contras&#8221; no ar. A Lift não mordeu esse anzol e o programa não se fez.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto talvez explique o «ódio» que FCF tem pelas agências de comunicação, a quem chama de «leões» da manipulação da informação e com quem ela declaradamente (à excepção de uma) se recusa a falar.</p>
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		<title>Henrique Monteiro e as relações de força no sector dos media</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 21:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoras de Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Fontes]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Monteiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostei da entrevista do Henrique Monteiro ao negócios da passada segunda feira.
Tocou em pontos relevantes do sector dos media, que por sinal já tinham sido abordados neste espaço, como a absoluta necessidade de viabilização dos meios de comunicação social (aqui), o papel das fontes de informação profissionais (aqui), e a credibilidade dos media (aqui).
Esteve bem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//palmas.jpg"><img class="right size-medium wp-image-1015" style="border: white 1px solid;" title="palmas" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//palmas-300x198.jpg" alt="" width="240" height="158" /></a>Gostei da entrevista do Henrique Monteiro ao negócios da passada segunda feira.</p>
<p style="text-align: justify;">Tocou em pontos relevantes do sector dos media, que por sinal já tinham sido abordados neste espaço, como a absoluta necessidade de viabilização dos meios de comunicação social (<a href="http://foodforthought.lift.com.pt/2008/12/como-anda-a-democracia/">aqui</a>), o papel das fontes de informação profissionais (<a href="http://foodforthought.lift.com.pt/2009/09/o-ingenuo-dr-pacheco-pereira/">aqui</a>), e a credibilidade dos media (<a href="http://foodforthought.lift.com.pt/2009/09/quem-confia-na-comunicacao-social/">aqui</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">Esteve bem, depois, no prós e contra do mesmo dia à noite, ao não dramatizar a absolutamente natural relação entre as consultoras de comunicação e os jornalistas. No fim do dia, quem tem a faca e o queijo na mão é sempre o jornalista.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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