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	<title>Food for Thought &#187; Evidence-Based Communication</title>
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	<description>Blog profissional de Salvador da Cunha, Director Geral da Lift Consulting</description>
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		<title>Evidence Based Communication</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 23:16:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Burson-Marsteller]]></category>
		<category><![CDATA[Evidence-Based Communication]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou em Madrid, na conferência anual da Burson-Marsteller Emea. É sempre um privilégio estar na companhia cento e muitos líderes dos vários escritórios que a BM tem na Europa, África e Médio Oriente. Para além de MarK Penn (CEO Worlwide) e de Jeremy Galbraith (CEO Emea).
Esta conferência tem a vantagem de trazer para cima da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estou em Madrid, na conferência anual da Burson-Marsteller Emea. É sempre um privilégio estar na companhia cento e muitos líderes dos vários escritórios que a BM tem na Europa, África e Médio Oriente. Para além de MarK Penn (CEO Worlwide) e de Jeremy Galbraith (CEO Emea).<br />
Esta conferência tem a vantagem de trazer para cima da mesa um conjunto de metodologias que fazem da Burson Marsteller uma das melhores empresas do mundo na área das relações públicas. O tema central dos três dias de Madrid é o “Evidence Based Communication”, uma metodologia que foi desenvolvida pela BM há mais de um ano e é única no mundo. Já tinha abordado a Evidence Based Communication <a href="http://foodforthought.lift.com.pt/2010/02/a-eficacia-da-assessoria-de-imprensa/" target="_blank">aqui</a>.<br />
E o que é exactamente?<br />
É uma ferramenta que nos permite ter uma abordagem científica da comunicação e relações públicas, assente em dados concretos e provas cientificas recolhidas no inicio, no meio e no final dos processos de comunicação. É umas das ferramentas mais poderosas do mundo das relações públicas e comunicação. Mais segura e mais fiável.</p>
<p>                                       <object style="width: 425px; height: 344px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GNFdj6uF5mo" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="width: 425px; height: 344px;" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://www.youtube.com/v/GNFdj6uF5mo" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>A  eficácia da assessoria de imprensa</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 23:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[Eficácia]]></category>
		<category><![CDATA[Evidence-Based Communication]]></category>

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Ao colocar em causa o AVE como forma de medir a eficácia da assessoria de imprensa, o sector da comunicação e relações públicas coloca em causa a forma de provar aos clientes que o dinheiro que eles investem nesta ferramenta é bem gasto. O AVE não é um modelo perfeito, mas é um modelo exequível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: center"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//Fitametrica.jpg"><img class="size-full wp-image-2124  aligncenter" title="Fitametrica" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//Fitametrica.jpg" alt="Fitametrica" width="459" height="179" /></a> </p>
<p style="text-align: justify;">Ao colocar em causa o AVE como forma de medir a eficácia da assessoria de imprensa, o sector da comunicação e relações públicas coloca em causa a forma de provar aos clientes que o dinheiro que eles investem nesta ferramenta é bem gasto. O AVE não é um modelo perfeito, mas é um modelo exequível e comparativamente barato tendo em conta as alternativas. O AVE tem de ser complementado por outras ferramentas de medição, como relatórios de actividade, nível de alcance dos objectivos traçados e dossiers de clipping. Estamos a falar de assessoria de imprensa, que é apenas um dos serviços das consultoras de comunicação e relações públicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixar cair o AVE, neste momento, é deixar o sector cair no vazio em termos de medição. Quem é que beneficia com isso? (…) Exacto!  </p>
<p style="text-align: justify;">Já agora, permitem-se que esclareça um conceito: o ROI <span style="text-decoration: underline;">não </span>é um modelo de avaliação de eficácia das relações públicas. O ROI (Return on Investment) é um rácio que afere o retorno do investimento, seja ele qual for. A fórmula de calcular o ROI ou os KPI (Key Performance Indicators) tem de ser discutidos à anterior com os clientes e podem ser quase tudo: número de noticias publicadas, percentagem face à concorrência,  qualidade das noticias, eficácia dos seus efeitos (apenas uma noticia pode provocar os efeitos desejados pelo cliente) e ainda o contrário: evitar a publicação de notícias sobre determinada situação.</p>
<p style="text-align: justify;">As alternativas credíveis ao AVE são os estudos qualitativos de notoriedade, percepção e reputação. Para já são estudos tão ou mais caros que as próprias acções de comunicação, pelo que a sua exequibilidade é muito reduzida.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo dito isto, a Lift está em vias a adoptar o modelo de consultoria que a Burson Marsteller desenvolveu durante 2009 e começou a adoptar a nível mundial no final do ano: EBC – Evidence-Based Communication. Voltarei ao tema em breve.</p>
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