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	<title>Food for Thought &#187; Etica</title>
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	<description>Blog profissional de Salvador da Cunha, Director Geral da Lift Consulting</description>
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		<title>Thought of the day: Reputation laundering?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 16:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Thought of the day]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria em comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Etica]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Reputação]]></category>

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		<description><![CDATA[Será legitimo que empresas de consultoria em comunicação trabalhem clientes controversos, como países que declaradamente desrespeitem os direitos humanos? É a questão que está a animar o mercado britânico, depois do Guardian ter escrito o artigo  «PR firms make London world capital of reputation laundering».
No mesmo jornal já há quem venha em defesa do sector [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Será legitimo que empresas de consultoria em comunicação trabalhem clientes controversos, como países que declaradamente desrespeitem os direitos humanos? É a questão que está a animar o mercado britânico, depois do Guardian ter escrito o artigo  «<a href="http://www.guardian.co.uk/media/2010/aug/03/london-public-relations-reputation-laundering">PR firms make London world capital of reputation laundering</a>».</p>
<p>No mesmo jornal já há quem venha em defesa do sector (<a href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2010/aug/06/response-reputation-laundering-nations-improve">ver aqui</a>), afirmando que a gestão de reputação induz bons comportamentos e dá o exemplo do Ruanda que vai a eleições presidenciais pela primeira vez 16 anos.  </p>
<p>O próprio Paul Holmes considera o artigo mal feito e infundado (<a href="http://www.holmesreport.com/blog/index.cfm/2010/8/9/Shoddy-Unsubstantiated-Allegations-of-Reputation-Laundering">ver aqui</a>). Confrontado pelo jornalista do Guardian, Lord Bell, ex-conselheiro de Margaret Thatcher e líder da Chime Plc, diz apenas «&#8221;I’am not an international ethics body. We do communications work. If people want to communicate their argument we take the view that they are allowed to do so.»</p>
<p>Um tema controverso que merece ser debatido.</p>
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		<title>Thought of the day: Ética do sector da comunicação</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 16:33:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Thought of the day]]></category>
		<category><![CDATA[Etica]]></category>

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		<description><![CDATA[Na sequência deste post do Rui Calafate, escrevi este post no Textos de Comunicação
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na sequência <a href="http://itsprstupid.blogspot.com/2010/03/mercado-da-comunicacao.html">deste</a> post do Rui Calafate, escrevi <a href="http://apecom.blogs.sapo.pt/21748.html">este</a> post no Textos de Comunicação</p>
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		<title>Insólitos na comunicação</title>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2009 22:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoras de Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Etica]]></category>
		<category><![CDATA[Insólitos]]></category>

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Na semana passada vivi dois dias insólitos, numa espécie de gestão de crise provocada por uma outra agência de comunicação. A história conta-se rápido: ao que tudo indica o Expresso teve acesso a um parecer jurídico muito pouco favorável ao cliente dessa agência de comunicação. Fez o que tinha de fazer e falou para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//estrada_para_lado_nenhum.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1161" title="estrada_para_lado_nenhum" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//estrada_para_lado_nenhum-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a> </p>
<p style="text-align: justify;">Na semana passada vivi dois dias insólitos, numa espécie de gestão de crise provocada por uma outra agência de comunicação. A história conta-se rápido: ao que tudo indica o Expresso teve acesso a um parecer jurídico muito pouco favorável ao cliente dessa agência de comunicação. Fez o que tinha de fazer e falou para o cliente dessa agência para saber reacções. Para aumentar a densidade da história, importa dizer que o parecer foi redigido por um famoso jurista, que é também candidato às europeias.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro insólito: o CEO dessa agência, para por em causa a credibilidade do jurista/candidato, não teve problemas nenhuns em inventar uma mentira sobre honorários milionários alegadamente recebidos pelo candidato às europeias que escreveu o parecer e conta-la a pelo menos meia dúzia de jornalistas.  </p>
<p style="text-align: justify;">Segundo insólito: a agência é a do partido que promove o candidato. E os jornalistas a quem ele contou a história sabem isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão minha: será que o tal CEO pensa que ninguém viria a saber isto? Ou será que assim estaria a criar uma crise mediática que depois iria «tentar» resolver?  </p>
<p style="text-align: justify;">Este post, vem a propósito dos limites da ética. Tenho pena e vergonha que isto aconteça em Portugal. Como presidente da APECOM fico aliviado. Essa agência, grande, já não está lá há alguns anos.</p>
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