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	<title>Food for Thought &#187; eleições</title>
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	<description>Blog profissional de Salvador da Cunha, Director Geral da Lift Consulting</description>
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		<title>Obama e as expectativas</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 23:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<category><![CDATA[Obama]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho resistido a escrever sobre Barak Obama de propósito. Não porque não tenha opinião sobre o que se tem passado nos Estados Unidos, mas porque seria apenas mais um a ter opinião. E já somos certamente milhões.
Mas há um factor que me tem distanciado dos restantes opinion makers que consideram que as elevadas expectativas sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//expectativas.jpg"><img class="left size-medium wp-image-771" style="border: white 1px solid;" title="expectativas" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//expectativas-300x260.jpg" alt="" width="240" height="208" /></a>Tenho resistido a escrever sobre Barak Obama de propósito. Não porque não tenha opinião sobre o que se tem passado nos Estados Unidos, mas porque seria apenas mais um a ter opinião. E já somos certamente milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas há um factor que me tem distanciado dos restantes <em>opinion makers</em> que consideram que as elevadas expectativas sobre Obama irão defraudar a maioria do seu eleitorado. Eu não penso assim. (ver <a title="Artigo Jornal de Noticias" href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//artigo-jornal-de-noticias.png" target="_blank">Link</a> para Jornal de Noticias)</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente diria que expectativas demasiado elevadas levam regularmente à desilusão (ver caso da participação portuguesa nos Jogos Olímpicos). Pelo contrário, expectativas muito baixas, que podem facilmente ser ultrapassadas, geram satisfação/realização. Estes serão porventura os casos mais comuns.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas no caso de Obama as coisas são diferentes por duas ordens de razão: endógenas e exógenas.</p>
<p style="text-align: justify;">As primeiras têm a ver com a sua personalidade intrínseca e com os dons que foi desenvolvendo: prefere ajudar os desfavorecidos a ser carreirista, tem uma personalidade forte e determinada, não se tem mostrado permeável a lobbies e tudo fez para se distanciar do poder do seu dinheiro (incluindo o método de financiamento da sua campanha). Aprende depressa, tem as ideias em ordem e um pensamento lúcido, usando uma intuição humanista para lhe guiar algumas das posições mais relevantes que defendeu em campanha. A cereja em cima do bolo: é um orador brilhante, com variações de estilo adaptadas às audiências que fascina e empolga. É também um comunicador nato: sabe dizer o que quer, quando quer e como quer e a quem quer. Sem muletas, nem bengalas, nem formatos esgotados há anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os factores exógenos vão também ajudar Obama superar as elevadíssimas expectativas: nunca o cenário económico foi não &#8220;negro&#8221; no sentido conjuntural do termo. A economia nos Estados Unidos tem pouco espaço para piorar, do ponto de vista das percepções. Pode é demorar mais do que alguns esperam. Mas Obama vai criar um estado providência, social e solidário, o que irá aliviar as classes mais afectadas pela crise. Onde irá buscar o dinheiro? Por exemplo aos dois mil milhões de euros mensais que irá poupar com o fim da guerra do Iraque. Recorde-se que a equipe de Clinton, que Obama em parte recupera, deixou os Estados Unidos no ponto oposto ao presente: com um superávit orçamental notável.</p>
<p style="text-align: justify;">No fim do dia há um outro factor incontornável: as comparações com W. Bush. Ser mais popular que W. Bush é o mais fácil. Difícil seria o contrário.</p>
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		<title>Como aconselhar o Estado Angolano?</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 14:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Angola]]></category>
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		<description><![CDATA[Perante o que aconteceu com a imprensa portuguesa impedida de se deslocar a Angola, que conselho daria o consultor de comunicação do Governo de Angola? Já agora que opinião tem sobre este assunto? Ou é demasiado «delicado»?
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Perante o que aconteceu com a imprensa portuguesa impedida de se deslocar a Angola, que conselho daria o consultor de comunicação do Governo de Angola? Já agora que opinião tem sobre este assunto? Ou é demasiado «delicado»?</p>
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		<title>Há eleições livres em Angola?</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 13:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Angola]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>

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		<description><![CDATA[Fiquei estupefacto com a notícia que ouvi ontem à noite no telejornal da SIC: os meios de comunicação do Grupo Imprensa (SIC, Visão, Expresso) a Renascença e o Público foram impedidos de cobrir as eleições Angolanas, por recusa de visto. Há notícias de mais meios de comunicação com grandes dificuldades em cobrir as eleições in [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//bandeira-angola.jpg"><img class="size-medium wp-image-38 left" style="margin: 10px; border: 1px solid black;" title="bandeira-angola" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//bandeira-angola.jpg" alt="" width="124" height="83" /></a>Fiquei estupefacto com a notícia que ouvi ontem à noite no telejornal da <a href="http://sic.aeiou.pt/online/scripts/2007/VideoPopup2008.aspx?videoId=%7B232288BD-634E-42D0-B335-CCEBCB6E92DB%7D" target="_blank">SIC</a>: os meios de comunicação do Grupo Imprensa (SIC, Visão, Expresso) a Renascença e o Público foram impedidos de cobrir as eleições Angolanas, por recusa de visto. Há notícias de mais meios de comunicação com grandes dificuldades em cobrir as eleições <em>in loco</em>, angolanos, portugueses e internacionais.</p>
<p>As televisões do Estado não cobrem os eventos de campanha da Unita e dão grande destaque às iniciativas do partido de José Eduardo dos Santos. Estamos claramente perante um país que têm muito de caminhar no sentido da democracia (estas são as primeiras eleições em 15 anos), liberdade e pluralidade.</p>
<p>Um país que necessita urgentemente de uma comunicação social livre e isenta. Estas são algumas das condições essenciais para que a consultoria em comunicação vingue em Angola. Antes disso…</p>
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