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	<title>Food for Thought &#187; Comunicação Interna</title>
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	<description>Blog profissional de Salvador da Cunha, Director Geral da Lift Consulting</description>
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		<title>O alinhamento perfeito</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 22:44:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Interna]]></category>
		<category><![CDATA[Recusos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Reputação]]></category>
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		<category><![CDATA[Talentos]]></category>

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		<description><![CDATA[A teoria de que o grau de satisfação dos funcionários resulta de clientes satisfeitos é falsa, diz um estudo publicado por professores da Manchester Business School em Inglaterra. Rosa Chun, professora de &#8220;business ethics and corporate social responsibility&#8221; e Gary Davies, professor da cadeira de &#8220;corporate reputation&#8221; afirmam que essa correlação simplesmente não existe.
Empiricamente, já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//img_int_alignment.jpg"><img class="left size-full wp-image-1278" style="border: white 1px solid;" title="img_int_alignment" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//img_int_alignment.jpg" alt="" width="218" height="218" /></a>A teoria de que o grau de satisfação dos funcionários resulta de clientes satisfeitos é falsa, diz um estudo publicado por professores da Manchester Business School em Inglaterra. Rosa Chun, professora de &#8220;business ethics and corporate social responsibility&#8221; e Gary Davies, professor da cadeira de &#8220;corporate reputation&#8221; afirmam que essa correlação simplesmente não existe.</p>
<p style="text-align: justify;">Empiricamente, já se desconfiava da sua inexistência, mas agora este estudo publicado na <em>Harvard Business Review</em> vem provar que as empresas que querem equipas motivadas e orgulhosas, tem de fazer esforços suplementares de comunicação com os colaboradores, por forma a criar e manter bons graus reputacionais na dimensão &#8220;ambiente de trabalho&#8221;, mas sobretudo um perfeito alinhamento com a estratégia definida pela gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">O &#8220;ambiente de trabalho&#8221;, enquanto uma das <a href="http://www.lift.com.pt/reputation" target="_blank">7 dimensões da reputação </a>das empresas, tem sido uma das áreas onde a Lift se especializou através da área de prática <strong>Lift</strong> People, exactamente porque é uma das que mais contribuiu para a formação da reputação das empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">«Employee Alinment Survey» é uma das ferramentas que o Reputation Institute coloca à disposição as empresas portuguesas através da Lift Consulting e que serve para medir o fosso entre o que os gestores pensam que é a percepção dos funcionários e a percepção real. As diferenças podem ser abismais. Melhorar essa percepção pode trazer resultados excepcionais na reputação global da empresa e no «bottom line», que costumam ser os resultados financeiros.</p>
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		<title>A importância das pessoas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 11:28:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Interna]]></category>
		<category><![CDATA[Lift People]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Ramos]]></category>
		<category><![CDATA[prémios]]></category>
		<category><![CDATA[Sabre Awards]]></category>

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		<description><![CDATA[A propósito do projecto que foi nomeado, a Paula Ramos mandou-me um texto que tenho todo o gosto em publicar aqui no food fort hought:
&#8220;No panorama actual onde crise é a palavra de ordem, as pessoas assumem um protagonismo muito particular para as organizações. Se são as pessoas que sentem a crise, são também as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A propósito do projecto que foi nomeado, a Paula Ramos mandou-me um texto que tenho todo o gosto em publicar aqui no food fort hought:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;No panorama actual onde crise é a palavra de ordem, as pessoas assumem um protagonismo muito particular para as organizações. Se são as pessoas que sentem a crise, são também as pessoas o elemento determinante para ultrapassar da melhor forma estes momentos menos bons. O &#8220;commitement&#8221; que é criado entre a organização e os seus públicos internos ao longo do tempo é claramente colocado à prova em momentos como este, onde as notícias boas escasseiam. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Uma equipa motivada, envolvida com a organização, aquela que veste realmente a camisola nos bons e nos maus momentos, é agora um factor decisivo para o sucesso das empresas que saem vencedoras. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Se é fácil motivar em tempos de &#8220;vagas gordas&#8221;, em tempos de crise muitas vezes a motivação só é conseguida com palmadinhas nas costas e as típicas frases &#8220;estamos juntos nisto&#8221; ou &#8220;conto contigo&#8221;. Mas para que estas palavras, não as leve o vento, tem que haver um trabalho e uma atenção contínua com os colaboradores. Têm que ser envolvidos, têm que se sentir parte activa, a parte viva da organização. Os colaboradores, queiram ou não as organizações, são os seus melhores prescritores. Muita coisa pode mudar numa empresa: a gestão, a estratégia e até mesmo as pessoas que lá estão num determinado momento. Mas nunca veremos uma organização sem pessoas. É delas que as organizações vivem e são elas que as materializam. Por tudo isto, envolver quem está no mesmo barco que nós, é a melhor forma, e diria mesmo a única, de levar o barco a um porto seguro, idealmente encontrando alguns tesouros pelo caminho. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Paula Ramos,<br />
Directora Executiva e Líder da Lift People&#8221;</em></p>
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