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	<title>Food for Thought &#187; Assessoria de Imprensa</title>
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	<description>Blog profissional de Salvador da Cunha, Director Geral da Lift Consulting</description>
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		<title>A  eficácia da assessoria de imprensa</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 23:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[Eficácia]]></category>
		<category><![CDATA[Evidence-Based Communication]]></category>

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Ao colocar em causa o AVE como forma de medir a eficácia da assessoria de imprensa, o sector da comunicação e relações públicas coloca em causa a forma de provar aos clientes que o dinheiro que eles investem nesta ferramenta é bem gasto. O AVE não é um modelo perfeito, mas é um modelo exequível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: center"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//Fitametrica.jpg"><img class="size-full wp-image-2124  aligncenter" title="Fitametrica" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//Fitametrica.jpg" alt="Fitametrica" width="459" height="179" /></a> </p>
<p style="text-align: justify;">Ao colocar em causa o AVE como forma de medir a eficácia da assessoria de imprensa, o sector da comunicação e relações públicas coloca em causa a forma de provar aos clientes que o dinheiro que eles investem nesta ferramenta é bem gasto. O AVE não é um modelo perfeito, mas é um modelo exequível e comparativamente barato tendo em conta as alternativas. O AVE tem de ser complementado por outras ferramentas de medição, como relatórios de actividade, nível de alcance dos objectivos traçados e dossiers de clipping. Estamos a falar de assessoria de imprensa, que é apenas um dos serviços das consultoras de comunicação e relações públicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixar cair o AVE, neste momento, é deixar o sector cair no vazio em termos de medição. Quem é que beneficia com isso? (…) Exacto!  </p>
<p style="text-align: justify;">Já agora, permitem-se que esclareça um conceito: o ROI <span style="text-decoration: underline;">não </span>é um modelo de avaliação de eficácia das relações públicas. O ROI (Return on Investment) é um rácio que afere o retorno do investimento, seja ele qual for. A fórmula de calcular o ROI ou os KPI (Key Performance Indicators) tem de ser discutidos à anterior com os clientes e podem ser quase tudo: número de noticias publicadas, percentagem face à concorrência,  qualidade das noticias, eficácia dos seus efeitos (apenas uma noticia pode provocar os efeitos desejados pelo cliente) e ainda o contrário: evitar a publicação de notícias sobre determinada situação.</p>
<p style="text-align: justify;">As alternativas credíveis ao AVE são os estudos qualitativos de notoriedade, percepção e reputação. Para já são estudos tão ou mais caros que as próprias acções de comunicação, pelo que a sua exequibilidade é muito reduzida.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo dito isto, a Lift está em vias a adoptar o modelo de consultoria que a Burson Marsteller desenvolveu durante 2009 e começou a adoptar a nível mundial no final do ano: EBC – Evidence-Based Communication. Voltarei ao tema em breve.</p>
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		<title>O «Picasso» e «o pico de Aço»</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 00:13:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria em comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[press releases]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Is it OK for journalists/bloggers to name and shame persistent PR professionals?&#8221; é a sondagem do momento da PR Week. 51% dos 223 votantes diz que sim. Eu digo que não, mas compreendo os «sim». Compreendo que um jornalista não esteja para ler mais de 200 e-mails diários com informação que não lhe interessa profissionalmente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//PicassoXpicodeaço.JPG" target="_blank"><img class="left size-full wp-image-2071" style="border: white 1px solid;" title="PicassoXpicodeaço" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//PicassoXpicodeaço.JPG" alt="PicassoXpicodeaço" width="269" height="212" /></a><em>&#8220;Is it OK for journalists/bloggers to name and shame persistent PR professionals?&#8221;</em> é a sondagem do momento da PR Week. 51% dos 223 votantes diz que sim. Eu digo que não, mas compreendo os «sim». Compreendo que um jornalista não esteja para ler mais de 200 e-mails diários com informação que não lhe interessa profissionalmente. Compreendo que um jornalista não esteja para abrir e ler e-mails que gente que nunca viu na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta sondagem vem na sequência de uma campanha internacional feita por jornalistas e bloggers que pretendem colocar um fim nos biliões de press releases irrelevantes que são emitidos todos os dias. É de facto uma verdade que pode ser inconveniente para muitos, principalmente para aqueles que vêm na profissão assessor de imprensa apenas uma forma de divulgar informação por e-mail para bases de dados de jornalistas que não conhece.</p>
<p style="text-align: justify;">O papel do assessor de imprensa é mesmo o oposto desse. O assessor de imprensa ou o consultor de comunicação deve ser um perito no relacionamento com os meios de comunicação social. Deve conhecer razoavelmente bem os jornalistas a quem se dirige, mas sobretudo deve saber se a informação que lhes transmite, independente do formato, é ou não relevante. Quem está do outro lado (jornalista ou blogger) deverá ver nesse assessor de imprensa um facilitador e alguém que é respeitado e respeitável. Porque em 20 anos de profissão há uma coisa que eu nunca vi: um jornalista insatisfeito com as fontes que lhe deram uma grande caixa.</p>
<p style="text-align: justify;">É essa a grande diferença entre quem influencia e quem não tem relevância. E é O factor diferenciador que deve conduzir quem contrata os seus serviços. Porque, meus senhores, a consultoria em comunicação e a assessoria de imprensa  <span style="text-decoration: underline;"><strong>NÃO SÃO UMA COMMODITY</strong></span>.</p>
<p style="text-align: justify;">Não são serviços idênticos, não são prestados por pessoas idênticas nem com metodologias idênticas e sobretudo não tem preços comparáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo dito isto, afirmo que estes jornalistas têm alguma razão, mas não tem toda (como diz <a href="http://ipsissemfiltro.blogspot.com/2010/01/uma-verdade-inconveniente-de-pr.html" target="_blank">aqui </a>a Filipa Trigo).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
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		<title>A crise tem costas largas&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 19:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria em comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Há uns meses a Lift foi convidada para participar numa consulta para um potencial cliente. Não ganhamos porque o preço era alto. Já estamos habituados. O cliente queria uma empresa de &#8220;press releases&#8221; e nós dissemos que não podíamos fazer apenas isso: a consultoria em comunicação é muito mais do que isso e por isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//costas-largas.jpg"><img class="left size-full wp-image-1296" style="border: white 1px solid;" title="costas-largas" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//costas-largas.jpg" alt="" width="192" height="217" /></a>Há uns meses a Lift foi convidada para participar numa consulta para um potencial cliente. Não ganhamos porque o preço era alto. Já estamos habituados. O cliente queria uma empresa de &#8220;press releases&#8221; e nós dissemos que não podíamos fazer apenas isso: a consultoria em comunicação é muito mais do que isso e por isso fizemos uma proposta muito mais abrangente, naturalmente muito mais dispendiosa do que alguma da nossa concorrência que se posiciona nesse mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta introdução serve apenas para ilustrar o que se passa com essa empresa que ficou naturalmente no nosso radar: não falando em nomes, trata-se de uma empresa que tem as crianças como público-alvo, com um conceito de negócio excepcional, com um potencial de comunicação fabuloso, mas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O mas&#8230; tem a ver com a organização desta startup. Desorganização total. Serviço ao cliente nulo. Selecção de pessoal adequado? Zero. Formação do que foi contratado, zero ao quadrado (que é zero, eu sei). Gestão pior do que medíocre. Clientes super insatisfeitos. Livro de reclamações está na sede da empresa, que naturalmente não é no local de exploração.</p>
<p style="text-align: justify;">Do lado dos comunicadores contratados: campanha de PR razoável. Campanha de Publicidade bastante boa.</p>
<p style="text-align: justify;">Resultado: muita afluência de primeiros clientes, muita desilusão, muita discussão, quase nenhuma repetição de clientes. Muito Word-to-mouth a dizer mal do projecto.</p>
<p style="text-align: justify;">É por isso que as auditorias às empresas são tão relevantes. É por isso que ouvir os Stakeholders é tão fundamental. É por isso que a consultoria em comunicação não é só assessoria de imprensa (muito menos press relases).</p>
<p style="text-align: justify;">A gestão desta empresa, enfiada na sede, não vê o que se passa e está embriagada com o sucesso aparente das campanhas de comunicação. Depois quando a notícia se espalhar e o projecto morrer, há-de ter sido da crise. Uma crise com costas muito largas.</p>
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		<title>Géneros Jornalísticos</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 12:01:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Meios & Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A propósito desta preocupante e triste entrevista (3MB), que recomendo de leitura atenta, gostaria de recordar este post. Genericamente estou de acordo com o que está escrito, apesar da sua aplicação ser mais grave quando se trata de um dos autoproclamados líderes de mercado. A pergunta seguinte é óbvia: onde anda a tão apregoada influência do autor? Há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//peixeira.jpg"><img class="left size-medium wp-image-186" style="margin: 10px; border: black 1px solid;" title="peixeira" src="http://foodforthought.lift.com.pt/files//peixeira-190x300.jpg" alt="" width="152" height="240" /></a>A propósito desta preocupante e triste <a href="http://foodforthought.lift.com.pt/files//entrevista-lpm-mp.pdf" target="_blank">entrevista</a> (3MB), que recomendo de leitura atenta, gostaria de recordar este <a href="http://lpm.blogs.sapo.pt/173345.html" target="_blank">post</a>. Genericamente estou de acordo com o que está escrito, apesar da sua aplicação ser mais grave quando se trata de um dos autoproclamados líderes de mercado. A pergunta seguinte é óbvia: onde anda a tão apregoada influência do autor? Há outras reflexões que vêm a propósito <a href="http://lpm.blogs.sapo.pt/284632.html" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://on-pr.blogspot.com/2008/09/propos.html" target="_blank">aqui</a> e que me parecem especialmente relevantes neste desastrado caso.</p>
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