Entre uma viagem a Madrid e um dia absolutamente caótico, vejo-me forçado a abrandar o ritmo de escrita que me impus no inicio deste ano. Não obstante, hoje gostaria de deixar dois apontamentos: Concordo absolutamente com a Susana (ver aqui): o doutor não tráz nada de bom para o mercado a não ser a coscuvilhice e a intriga – essa já a temos no PiaR, com as bocas refinadas do Rodrigo, a que já todos nos habituamos e até achamos piada (menos quando são encomendas a soldo) e mais recentemente do nosso Mourinho de estimação.
Por falar nele, e como vem sendo habitual, discordo absolutamente do que diz aqui e aqui. Não sei o que o move, mas suspeito que anda há algum tempo a ver se se muda para a Expo, mas o convite teima em não aparecer. Ora se o Briefing é tão bom, porque é que não faz jornalismo à séria? Porque é que não publica noticias que outros publicam? Porque é que não ouve sobre quem escreve? Porque é que «censura» este e outros blogues não alinhados? Porque é que a única saga de 4 artigos que fez foi para me atacar, pessoal e profissionalmente, com um assunto sem relevância?
Eu digo-te homem… porque não é um jornal sério. É um instrumento ilegítimo de influência. Só não vê quem não quer e só não é atacado quem não é relevante.
Sim, as vezes lá escapa um “press release” da Lift para o Briefing, que o publica sofregamente com direito a fonte, para mostrar a sua independência. Eu não recomendo, mas não imponho…



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