Um estudo da Brand Finance (ver aqui) representada em Portugal pela On Consulting, do meu sócio e amigo Pedro Tavares, diz que a BP derramou em valor de marca 7,5 mil milhões de dólares (72 milhões de dólares por dia)
Para além do acidente, a forma como a BP geriu esta crise também contribuiu para a desvalorização da Marca. Mas as coisas estão a compor-se para a empresa britânica. A simples alteração do CEO, reclamada por Barak Obama, elimina um fortíssimo foco desta crise: a ferrenha oposição do presidente dos Estados Unidos.
Há um conjunto de lições que a BP e muitas outras empresas semelhantes irão tirar desta crise. Umas boas, outras menos boas. Não me admiro que as plataformas passem a funcionar como empresas autónomas em paraísos fiscais no Panamá, como passou a ser regra com os grandes petroleiros. Mas uma das grandes lições será na comunicação. Há reflexões sobre o tema, aqui fica uma delas.


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