A actualidade não é, definitivamente, o ponto forte da newsletter da LPM, o Briefing. Com o único objectivo de atingir a Lift, a tal publicação foi à procura de notícias internacionais que possam ferir a reputação da Burson Marsteller, orgulhosamente representada pela Lift em Portugal.
A última, publicada pela PR Week dia 22 de Junho (há 20 dias, portanto), diz que a Greenpeace e outras ONG’s de reputação duvidosa (ver aqui) acham a Burson Marstellet pouco credível, ou mesmo sinistra, por causa da ferramenta Brand Vulnerability Index desenvolvida pela multinacional.
Ora essa ferramenta permite, entre outras coisas, antecipar os golpes baixos que essas organizações têm por hábito infringir nas empresas que não contribuem (ver post sobre Nestlé) e prepara-las para as situações de crise que normalmente emergem destes casos. Ou seja, eliminar o efeito surpresa dessas acções de comunicação irresponsáveis, como a que recentemente foi desenvolvida pela Greepeace contra a Nestlé.
A Lift e outras consultoras responsáveis também têm mecanismos de protecção da reputação dos seus clientes. Outras, habituadas ao Spin, continuam na idade da pedra da gestão de crise.
Explicada a utilidade da ferramenta da BM e a frustração das tais ONG’s, resta-me dizer que tinha toda a razão quando em Agosto do ano passado denunciei (ver aqui) o que seria uma farsa mal contada. A intenção da LPM ao comprar o Briefing foi sempre a mesma e tem dois objectivos: promover os seus clientes e denegrir a imagem de toda a concorrência. Penso que actualmente a única concorrência que a LPM considera (tolera) é a tal muito especial… porque será?


0 respostas até ao momento;
Ainda não temos comentários ... não quer ser o primeiro?
Deixe um comentário