À conta do ridículo episódio do Mário Crespo e do seu artigo contra o primeiro-ministro e dos ridículos funcionários do tribunal que tentaram de forma infantil aplicar a providência cautelar ao Sol, o país virou-se do avesso reclamando liberdade expressão.
Manuela Moura Guedes e Mário Crespo surgem de semblante carregado a exigir liberdade de expressão. Ela pode não saber o que isso é, mas Crespo que foi radialista no apartheid Sul-africano, devia era estar calado porque sabe bem o que é ser decepado por uma catana por causa de uma opinião. E não me parece que em Portugal ele esteja muito preocupado com isso!
Razão tem Proença de Carvalho que na entrevista ao i põem alguns pontos nos i’. Proença diz que não leu o Sol para não ser cúmplice de uma ilegalidade (acho um exagero e sinceramente não acredito) e coloca em causa a deontologia do «Jornal de Sexta» de Manuela Moura Guedes, dizendo que nenhum grupo decente aceitaria manter aquele jornal por muito mais tempo.
Eu concordo em absoluto, porque sem colocar a liberdade de imprensa em causa, o país deve-se proteger de jornalistas ditatoriais e absolutistas como o Crespo e a Moura Guedes e outros que tais.


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