Um dos exemplos que li com interesse foi a crónica de Nicolau Santos, no Expresso. Gosto muito do Nicolau, mas nem sempre estou de acordo com ele.
Hoje, por sinal, estou. Dá uma valente cacetada na Galp pela campanha de publicidade que fez a criticar a opinião de António Costa da Silva da Partex.
Mas sobretudo a cacetada está também ligada às explicações simplistas que, ao longo do último ano encontrou para fazer repercutir rapidamente (Rocket) o preço do petróleo na subida do preço dos combustíveis e nas inversas (Pluma) para explicar o porque da lentidão na baixo dos preços da gasolina, associada à queda do preço do petróleo.
Não posso estar mais de acordo com o Nicolau. A Galp não tem uma política de comunicação, vai juntando explicações incongruentes umas às outras. A Galp não promove a mudança de atitudes, promove apenas a comunicação de que as atitudes mudaram, quando de facto isso não é verdade.
A Galp ainda tem o espírito de empresa pública, com uma capa de modernismo da era Mexia. É pena, porque a Galp podia ser uma grande empresa, mas está cada vez mais fundo nos rankings internacionais de reputação.
Uma cacetada bem merecida…
16 de August de 2009 por Salvador da Cunha
Tags: · Expresso, Galp, Nicolau Santos, Reputação


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