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	<title>Comments on: Os preços das coisas&#8230;</title>
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	<description>Blog profissional de Salvador da Cunha, Director Geral da Lift Consulting</description>
	<lastBuildDate>Fri, 16 Dec 2011 13:35:32 +0000</lastBuildDate>
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		<title>By: Carlos Leandro</title>
		<link>http://foodforthought.lift.com.pt/2009/03/os-precos-das-coisas/comment-page-1/#comment-853</link>
		<dc:creator>Carlos Leandro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 13:35:32 +0000</pubDate>
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		<description>Muito interessante e lógico, o raciocínio.
Realmente, é muito dificil estabelecermos o preço das coisas num mundo tão cheio de amarras e corporativismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito interessante e lógico, o raciocínio.<br />
Realmente, é muito dificil estabelecermos o preço das coisas num mundo tão cheio de amarras e corporativismo.</p>
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		<title>By: TNCB</title>
		<link>http://foodforthought.lift.com.pt/2009/03/os-precos-das-coisas/comment-page-1/#comment-152</link>
		<dc:creator>TNCB</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 12:59:31 +0000</pubDate>
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		<description>O conhecimento torna-nos sábios, pelo que os acontecimentos deixam de ser inesperados para os que estão atentos ... 

O preço das coisas vai descer necessariamente, mesmo que algumas continuem lá em cima.

A Logan também está aí ... será coincidência?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O conhecimento torna-nos sábios, pelo que os acontecimentos deixam de ser inesperados para os que estão atentos &#8230; </p>
<p>O preço das coisas vai descer necessariamente, mesmo que algumas continuem lá em cima.</p>
<p>A Logan também está aí &#8230; será coincidência?</p>
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		<title>By: cjt</title>
		<link>http://foodforthought.lift.com.pt/2009/03/os-precos-das-coisas/comment-page-1/#comment-149</link>
		<dc:creator>cjt</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 15:07:05 +0000</pubDate>
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		<description>de facto, o fabrico de automóveis baratos e com uma qualidade elevada é possível, assim como é possível a sua produção em série, mesmo nos casos de veículos híbridos e não poluentes, como os eléctricos e os de pilha de combustível a hidrogénio (embora saibamos que uns e outros não são inteiramente &quot;verdes&quot;).
o problema está, claro, no lobby do petróleo e nos custos de investigação.

quanto ao carro da tata, é bem vindo. no entanto, há que considerar diversos aspectos: as legislações em vigor no resto do mundo, especialmente na europa, e a percepção do público.
quanto à legislação, esta estabelece que uma viatura deve ser homologada se cumprir os critérios &quot;state of the art&quot;, isto é, se touxer incluidos sistemas antipoluentes (no caso a norma euro IV, mínimo - creio) e sistemas de segurança activa e passiva, a par das restantes normas de fabrico que me parecem ditar qualquer coisa em relação a materiais recicláveis e reciclados. este carro da tata, sabemos, não cumpre muitas delas, pelo que será necessária uma adaptação a estas legislações, com custos. resta saber, assim, por quanto será vendido este modelo na europa e quanto se irá pagar de impostos em portugal.
por outro lado, a percepção - no sentido de cumprimento das necessidades de reconhecimento social do público -, percepção essa que será a de um &quot;veículo pobre&quot;. sabemos que os carros funcionam como o &quot;prolongamento do pénis&quot;, mesmo para quem o não tem, no caso, as mulheres. a ver vamos qual será a aceitação deste modelo.
seria bom que este carro viesse para a europa, a fazer consumos mínimos e poluição mínima. talvez se conseguisse algo em relação ao ambiente e às finanças disponíveis nas famílias.
mas estou céptico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>de facto, o fabrico de automóveis baratos e com uma qualidade elevada é possível, assim como é possível a sua produção em série, mesmo nos casos de veículos híbridos e não poluentes, como os eléctricos e os de pilha de combustível a hidrogénio (embora saibamos que uns e outros não são inteiramente &#8220;verdes&#8221;).<br />
o problema está, claro, no lobby do petróleo e nos custos de investigação.</p>
<p>quanto ao carro da tata, é bem vindo. no entanto, há que considerar diversos aspectos: as legislações em vigor no resto do mundo, especialmente na europa, e a percepção do público.<br />
quanto à legislação, esta estabelece que uma viatura deve ser homologada se cumprir os critérios &#8220;state of the art&#8221;, isto é, se touxer incluidos sistemas antipoluentes (no caso a norma euro IV, mínimo &#8211; creio) e sistemas de segurança activa e passiva, a par das restantes normas de fabrico que me parecem ditar qualquer coisa em relação a materiais recicláveis e reciclados. este carro da tata, sabemos, não cumpre muitas delas, pelo que será necessária uma adaptação a estas legislações, com custos. resta saber, assim, por quanto será vendido este modelo na europa e quanto se irá pagar de impostos em portugal.<br />
por outro lado, a percepção &#8211; no sentido de cumprimento das necessidades de reconhecimento social do público -, percepção essa que será a de um &#8220;veículo pobre&#8221;. sabemos que os carros funcionam como o &#8220;prolongamento do pénis&#8221;, mesmo para quem o não tem, no caso, as mulheres. a ver vamos qual será a aceitação deste modelo.<br />
seria bom que este carro viesse para a europa, a fazer consumos mínimos e poluição mínima. talvez se conseguisse algo em relação ao ambiente e às finanças disponíveis nas famílias.<br />
mas estou céptico.</p>
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