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Outra na Ferradura: todos não somos muitos

12 de Novembro de 2008 por Salvador da Cunha

O que move LPM contra a APECOM? Quer ser o único consultor de comunicação português?

Disse ao Expresso, e mantenho, que gostaria de ver o Luis, o João Líbano e o José Manuel mais colaborantes com o sector onde actuam através da associação. Não se trata de apurar as vantagens imediatas que estas empresas podem extrair da associação (O Luis já disse vezes sem conta que não vê vantagens em estar na APECOM), mas antes saber o que podem estas empresas de grande relevância oferecer ao sector em termos de sustentabilidade, credibilidade e dimensão. Que vantagens existem em estar de fora? É apenas para criticar? Ou será para se posicionarem? Por ser apenas irrelevante? Não acredito, ou não falariam tanto do assunto.

Se retirarmos questões concorrenciais e uma ou outra oferta diferenciadora, há um denominador comum: somos todas consultoras de comunicação, todas fazemos assessoria de imprensa, todas fazemos gestão e preparação de crise, etc, etc, etc. O próprio Luis, quando reclama dados credíveis para o sector para justamente reclamar a liderança, tem de contar como o universo APECOM. Porque a APECOM tem 29 empresas de média e grande relevância. Fora da APECOM reconheço duas de grande dimensão e umas 5 de média dimensão.

Já agora Luis, fica o Repto público: se for necessário eu sair dos órgãos sociais da APECOM para que a LPM reentre na associação que ajudou a fundar, com uma atitude construtiva, vamos a isso. Concorrente ferrenho serei sempre, mas não serei eu a estorvar o desenvolvimento do sector. Aguardo uma resposta, embora sem esperança.

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