Afinal parece que o Governo sempre contratou um consultor de comunicação para defender a imagem de Portugal no exterior. Só que não foi um consultor convencional nem por oito milhões de dólares, como no Brasil (ver link). Em Portugal, segundo a manchete do Expresso, o consultor chama-se Banco de Portugal e a factura foram 600 milhões de euros.
Alega-se que ao salvar o BPP, o governo evitou que a imagem de Portugal fosse afectada internacionalmente, nomeadamente junto do JP Morgan, o grande financiador do BPP em alguns dos investimentos altamente especulativos que fazia. É certo que a gestão de crise se paga mais caro, mas não era caso para tanto.



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