Ontem o pensamento do dia foi premonitório. Afinal não sou só eu que acho que a base da sustentabilidade está na reputação das empresas. A maioria das empresas cotadas em bolsa (80%) consideram que a reputação é o activo mais valioso, e por isso aquele que tem de ser defendido a todo o custo dos riscos de crise. Isto mesmo está assinalado num estudo da KPMG e Euronext, cuja notícia pode ser vista neste link.
Não posso estar mais de acordo. Sobre este tema, considero que as empresas (cotadas e não só) têm é de fazer bastante mais do que estar preocupadas: tem de saber como se gere a reputação da sua empresa. Na maior parte dos casos não vejo que hajam sequer pistas consolidadas sobre como fazer isso mesmo: gerir a reputação da empresa. Se não tem pistas, como fazem os gestores? Navegação à vista?
Tenho dito e escrito vezes sem conta (link tag) que a reputação se constrói através de atitudes e boas práticas, em várias dimensões de gestão, numa atitude de comunicação bilateral e permanente com os principais Stakeholders da empresa. A comunicação é uma consequência desse processo.
Sobre este tema posso também dizer que a Lift é das poucas consultoras que está preparada para iniciar numa empresa processos que visem a gestão da sua reputação, não só pela vasta experiência que tem sobre o tema, mas principalmente pela ligação ao Reputation Institute que representamos em Portugal.


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