A guerra entre as duas maiores cervejeiras nacionais levanta uma questão pertinente. Que mal tem o marketing de emboscada? Leva os consumidores a pensarem mais numa marca do que noutra?
Faz sentido limitar a criatividade das marcas a questões administrativas, to tipo não podes trazer uma t-shirt da Samsung para um jogo de futebol patrocinado pela Nokia? A questão não deverá centrar-se nesse ponto, mas sim no envolvimento das marcas com os seus públicos nos eventos que patrocinam.
Os orçamentos deverão ser equilibrados entre o valor do patrocínio e do investimento em activação de marca relacionada com o patrocínio. Só assim a marca que patrocina consegue retirar do evento o máximo retorno e impedir que as acções de emboscada não tenham tanto sucesso…


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