Hoje foi o dia internacional da Imprensa. O Rádio Clube Português achou por bem convidar dois consultores de comunicação para meia hora de conversa sobre «agências de comunicação» e o seu papel na vida das empresas e dos políticos.
Sabia naturalmente que iria ser provocado e preparei-me. É que isto das agências de comunicação, para jornalistas de rádio e televisão generalistas, ainda é um assunto meio tabu e mal compreendido. Há que estar antenas no ar e colocar ao nosso serviço tudo o que tentamos ensinar aos nossos clientes.
Tenho para mim que ninguém gosta de assumir que é influenciável, muito menos os jornalistas, mas o facto é que se for uma influência positiva lá vão cedendo algum do espaço.
Fica aqui o link, mas não sei por quanto tempo o RCP o mantém. Dentro do género, gostei do que depois ouvi. Acho que todos somos poucos para assumir uma atitude responsável de promoção e divulgação do sector da comunicação. Esse é um papel essencial a todos os players desta indústria e é independente de questões concorrenciais.


1 resposta até ao momento;
1 António Valle // Sep 25, 2008 at 12:16 pm
O improviso é sempre um risco quando pretendemos comunicar/explicar um assunto que por si só já é polémico…
Ouvi o programa e a conclusão que tirei é que o Salvador prestou, uma vez mais, um óptimo “serviço” ao mercado das consultoras.
Permita-me dizer que é assim que vejo uma consultora de comunicação: uma entidade que presta um serviço definindo uma óptima estratégia de comunicação; que conhece o mercado do seu cliente, que sabe os timmings certos para comunicar, que conhece bem as especificidades dos ocs’s, que prepara bem a sua comunicação e mantém uma disponibilidade total para esclarecer ou fornecer qualquer tipo de informação sobre o cliente (sempre gerindo a comunicação…). Penso que se conseguirmos transmitir a ideia de que o processo comunicacional é uma ferramenta de gestão, talvez a visão que os outros têm de nós melhorará…
É claro que uma estratégia de comunicação é mais que isto, mas estou-me a alongar um bocadinho.
Bem, um abraço e continuação de bom trabalho (que continuarei a acompanhar).
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