Se por um lado a trapalhona entrevista que falamos no post anterior foi da responsabilidade do seu autor, por razões se auto-explicam, por outro não havia necessidade da Meios & Publicidade entrar naquele registo. Tratando-se de um meio de trade, qual o valor que aporta ao leitor a violenta troca de insultos entre jornalista e entrevistado?
Hei-de escrever novamente sobre este assunto de forma mais contundente, mas não posso deixar o apontamento de que os meios e os jornalistas que escrevem sobre consultoria de comunicação não estão bem preparados e não conhecem bem o nosso sector de actividade. Há efectivamente diferenças ente o Crime e a Meios & Publicidade e isso é um pressuposto que me levaria a aceitar conceder uma entrevista ao segundo e nunca ao primeiro. Por saber que o registo normal da M&P não aquele.
O que aconteceu é mau para a M&P, é mau para o sector e muito mau para o entrevistado. Não deveria repetir-se. Puxa para baixo.


1 resposta até ao momento;
1 Hugo Chavez // Sep 23, 2008 at 2:01 pm
A entrevista é lamentável. Se algum jornalista me fizesse aquelas perguntas armado em democrata na venezuela, mandava-o logo cien vezes para el cara**!
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