Há três anos atrás, com o meu amigo e ex-sócio José Diogo Madeira, constituímos a Mercury Associates para funcionar como segunda marca do universo Bairro Alto no segmento de Assessoria de Imprensa. Foi uma aposta interessante porque permitiu de facto dar resposta a um fluxo de procura muito grande de novo negócio que a Lift não podia absorver por questões de posicionamento. A vida da Mercury foi interessante: conseguiu um leque de novos clientes muito relevante e chegou ao quarto de milhão de euros de facturação anual e cinco colaboradores. Um feito empresarial notável.
Mas nestas coisas de segundas marcas há sempre um senão: os clientes, os colaboradores e demais Stakeholders sentiam-se preteridos em relação à Lift. Mais do que isso, a dimensão de alguns dos clientes não tornava a relação interessante, o que estimulava a rotação.
Com a saída do Diogo para outras paragens e aquisição da sua quota pelo grupo, a decisão de fundir a Mercury com a Lift foi natural. A fusão aconteceu em Junho. Mas só ontem foi feita a escritura notarial. Acho interessante que alguns dos auto-proclamados pesos pesados deste sector estejam agora a iniciar o mesmo percurso.


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