10 de June de 2013 por Salvador da Cunha
A titulo de balanço sobre o mercado angolano, importa dizer que a operação está quase a fazer dois anos e está já completamente estabelecida no mercado.
A Lift Angola tem atualmente 5 consultores dedicados e emprega 10 pessoas em Luanda, com escritório na Sagrada Familia, próximo do Bairro de Alvalade. Tem cerca de 15 clientes, entre permanentes e pontuais e é já uma das principais Consultoras de Comunicação e Relações Públicas angolanas.
O reconhecimento vem de onde menos se espera: da PR Week. Ver aqui
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10 de June de 2013 por Salvador da Cunha
Quando há cerca de duas semanas estive em Luanda, tive a oportunidade de rever alguns velhos amigos jornalistas que agora lideram algumas das principais publicações económicas angolanas. De um desses encontros saiu o convite para escrever sobre comunicação em Angola. O artigo foi publicado hoje no Expansão. Ver aqui.
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30 de November de 2012 por Salvador da Cunha
Há dois anos, em Hamburgo, fui jurado no festival Eurobest, na primeira edição que o festival incluiu a categoria de Relações Públicas. Logo nesse ano houve uma enorme apropriação da categoria por agências de Publicidade, de Design e outras que não de relações públicas. No ano passado, já em Portugal, o cenário foi o mesmo. Este ano, pela Short list de PR acabada de publicar (ver aqui), não há mais de duas consultoras de comunicação (pouco conhecidas) na Shortlist e muito poucas foram as que concorreram. Definitivamente o Eurobest não é para PR… é pena.
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10 de October de 2012 por Salvador da Cunha
Quando a Lift Consulting é nomeada para “internacional consultancy of the year” pela maior associação mundial do sector da Consultoria em Comunicação e Relações Públicas é ou não motivo de grande orgulho? E nossa a companhia?

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5 de October de 2012 por Salvador da Cunha
Também no Brasil se publicam rankings de agências de comunicação. Lá o critério é facturamento. E lá o líder de mercado, a FSB, publica as contas. Aqui vai o gráfico com o ranking das 5 primeiras consultoras de comunicação brasileiras.

Segundo um estudo de uma das associações locais, o sector da consultoria de comunicação facturou em 2011 cerca de 1,7 mil milhões de reais (cerca de 640 milhões de euros, ou seja, cerca de 10 vezes maior do que o sector português), o que significa que cresceu 300% nos últimos 10 anos…
A maior empresa brasileira, a FSB, factura cerca de 100 milhões de reais (mais ou menos 38 milhões de euros) e emprega 450 pessoas. A assessoria de imprensa é ainda a principal razão da procura de serviços das consultoras brasileiras…

Fonte e Gráficos: Folha de São Paulo
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25 de September de 2012 por Salvador da Cunha
No seu triste blog Lugares Comuns, o sr. Luís Paixão Martins publicou (aqui e aqui) uma série de mentiras sobre os dados que o Grupo Lift forneceu ao Holmes Report, que necessitam de ser esclarecidas, com base em provas:
- A Lift apresentou dados de grupo e disse exactamente quais as empresas que fazem parte do grupo, retirando aquelas cuja actividade principal não está relacionada com relações públicas. Ficaram a própria Lift, a High, a Up Digital, a WOM e a Propostas com Conteúdo (Word Lab). Para quem não sabe, o próprio Holmes Report pede para incluir todas as empresas participadas a mais de 50,1% (ver abaixo).
- Os dados são a soma dos fee’s de cada uma delas. A Lift não compra espaço nem tem produção de suportes em valores significativos, pelo que a soma dos fee´s é próxima da facturação, ao contrário da LPM cujo negócio principal é gráfico, compra de espaço e venda de pins e autocolantes, como ele próprio reconhece. O Holmes Report calcula os fee’s com base na facturação deduzida de compra de espaço e produção de suportes e outros sub-contratos (e não FSE, como se pode ver abaixo).
- Todas as empresas referidas são participadas maioritariamente pela Lift Consulting, algumas a 100%. Não é necessário ser holding para ser grupo. É preciso ser muito burro para dizer isso… mas lá está.
- O Holmes Report faz a sua própria conversão em dólares, cuja taxa é, aliás, fácil de calcular.
- O Grupo Lift tem um passivo bancário muito ajustado à sua dimensão, que cresceu é certo, porque o grupo está a crescer e os clientes demoram mais tempo a pagar. Mas tem todos os impostos, vencimentos e subsídos em dia (ao contrário de muitas empresas deste sector e, porventura, de quem não apresenta contas desde 2009)
Aqui vai o questionário do Holmes Report que desmente categoricamente o Sr. Luís Paixão Martins. Em inglês, com as devidas desculpas ao senhor, que pode pedir para traduzir…
Respostas do Grupo Lift a azul.
—————–
B: FINANCIAL INFORMATION
1. Please provide all information in either U.K. pounds sterling, U.S. dollars, or Euros.
Information provided is in: $ _____ £ _____ € __X___
2. What was your firm’s total public relations fee income for the year ended December 31, 2011?
PLEASE INCLUDE ONLY REVENUE FROM OPERATIONS IN WHICH YOUR FIRM HAS AN OWNERSHIP POSITION OF 50.1% OR GREATER
5.222.027,33€
Notes:
- The term fee income relates to net public relations fees plus mark up and commissions, and to work billed during the calendar year 2011.
- If you are responding on behalf of a firm with public relations subsidiaries in which your firm holds 51 percent of more, you may include 100 percent of the subsidiary fee income in this total.
- U.K. numbers should not include VAT.
3. What was your firm’s total public relations fee income for the previous year ended December 31, 2010?
5.528.730€
4. How many full-time (or full-time equivalent) public relations employees did your firm employ for the year ended December 31, 2011?
46
5. How many full-time (or full-time equivalent) public relations employees did your firm employ for the previous year ended December 31, 2010?
43
6. If these numbers include fees from subsidiaries operating under different names, please list the subsidiary companies included and a brief description of their activities:
High Concept & Touch – Events and Design
Up Digital – web, mobile and social media
Wom – Word-of-Mouth marketing agency
Propostas com Conteúdo – Content Production
7. Please identify any acquisitions your firm made during 2011
Wom
Up Digital
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24 de September de 2012 por Salvador da Cunha
De dia 21 de Maio até dia 22 de Setembro o sr. Luís Paixão Martins não escreveu uma única linha no triste e moribundo blogue, lugares comuns, que partilha com a Alda Telles e com o Manuel Falcão. Resolveu acabar o jejum com uma análise trapalhona e mentirosa às contas da Lift, achando que sabe tudo, mas afinal não sabe nada… se calhar os seus dotes contabilísticos não lhe permitem ir mais longe. Ou então trata-se de uma tendência irresistível de mentir sobre quem o desafia no mercado. É triste. Muito triste.
Este é o mesmo sr. que ordena ao Briefing a publicação de um ranking sectorial com dados falsos, recolhidos não se sabe por quem nem com que critérios, onde surge em primeiro lugar quando não entrega as contas desde 2009 e alega ter 25% de quota de mercado, quando na realidade não deverá exceder nem metade disso…
Mas lá está, sem entregar as contas da LPM (ou da Nextpower ou de qualquer outra empresa do seu grupo) não poderemos saber a verdade… Tem medo de quê, sr. LPM?
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21 de September de 2012 por Salvador da Cunha
O verdadeiro ranking do sector da consultoria em comunicação, não manipulado e explicado, é o que se segue.
Está completo? Provavelmente não. Faltarão por certo consolidar operações fora de Portugal que não estão reflectidas nas contas oficiais. Faltam meia dúzia de empresas relevantes que ainda não entregaram contas. Mas os dados são os verdadeiros e não manipulados escandalosamente pelos donos da revista Briefing, que publica hoje um ranking inacreditável e mentiroso, sem bases nenhumas… pelo menos em relação à Lift a mentira é completa e prolongada, porque ano após ano é isso que os invertebrados fazem.

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21 de September de 2012 por Salvador da Cunha
Com base nos números oficiais, penso ser importante explicar o perímetro do Grupo Lift e quais as empresas consideradas em 2011. Nem todas actuam exclusivamente na área da consultoria em comunicação e relações públicas, mas todas são inspiradas por este sector e todas são detidas pela Lift ou pela Bairro Alto, que deixou de ser considerada pelo facto da maioria do volume de negócios não estar relacionado com este sector.

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21 de September de 2012 por Salvador da Cunha
Curiosamente, dias antes de um jornal diário de economia credível publicar um dossier sobre o mercado das consultoras de comunicação, onde serão divulgados dados oficiais de facturação, o Briefing, que não passa de um pasquim que diz mentiras, detido por um dos operadores do mercado, volta a fabricar e a manipular os números do sector da consultoria em comunicação (ver aqui), sem que ninguém se indigne. Mais, manipula dados para que o alegado líder de mercado consiga manter à tona, alterando os critérios face ao ano passado e afirmando que os dados publicados tem por base os critérios do Holmes Report.
Ora no ranking do Holmes Report (ver aqui) o Grupo Lift surge como o maior grupo português de consultoria em comunicação e relações públicas, com uma facturação em dólares de 6,767,225 dólares e número 154 do mundo. No briefing surgimos com uma fee income de 1.713.127 euros. Naturalmente, este último valor está obviamente errado… nem tem a ver com os dados da Lift Consulting nem do grupo Lift, que são os que interessam.
Este ano, porém, não há razão para não apresentar números reais, com base nos dados oficiais entregues por todas as consultoras. Curiosamente a LPM, que não entrega dados oficiais desde 2009, surge no ranking do briefing como a primeira empresa do sector porque os entrega ao jornalista, nas próprias instalações. Sim… o Briefing está no meio dos consultores da LPM, para que não haja dúvidas da seriedade do pasquim.
Ora os números reais são muito diferentes e, aplicando o critério de quem já entregou contas, chegamos à conclusão de que afinal, pasme-se, o Grupo Lift é o actual líder de mercado… mas como nós somos honestos, não vamos dizer isso… vamos apenas demonstrar com base em evidências e dados oficias, que os números não mentem. Dentro de minutos…
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20 de September de 2012 por Salvador da Cunha

Ouvir António Borges falar da economia portuguesa é como beber um copo de água fresca em pleno deserto do Saara. Hoje ao almoço fiquei a saber que afinal tudo está bem, o programa de ajustamento está a correr melhor do que as expectativas, que a questão da TSU é afinal uma medida ponderada que irá permitir capitalizar as empresas e evitar falências (e despedimentos) numa economia hiper pressionada financeiramente e que afinal tudo o que a imprensa transmite não tem correspondência com a realidade. Fiquei a saber que fora de Portugal somos vistos como uma Irlanda, a resolver problemas, e não como uma Grécia, a criar problemas. Razão pela qual as taxas de juros da nossa dívida estão em queda acentuada, com evidentes benefícios para as contas públicas.
O mais interessante é que acreditei, e acredito, no que ouvi de António Borges. Como acreditei e acredito em Vitor Gaspar e em Pedro Passos Coelho. Mas todo este esforço de consolidação pode morrer na praia por um problema simples: comunicação. E esse problema não esta a ser bem endereçado… O governo pensa que não vale a pena comunicar. Que o “povo grita” e a “caravana passa”. Que a comunicação social não ouve, não transmite o que ouve e que opina muito. E isso talvez seja verdade, mas é gerível. Com método, estratégia, precisão e uma boa equipa.
Evidence Based Communication, ou comunicação baseada em evidências… É a receita para explicar a situação do país (o verdadeiro problema) que depois justifica as medidas e os seus impactos no bolso das pessoas e dos jornalistas (onde se deixou que todos se concentrassem). O governo tem de acreditar que existem formas de gerir bem a comunicação do país, sem spinning, e não deixar cair os braços a pensar que nada há a fazer. Há, mas tem de ser rápido para ser eficaz.
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13 de August de 2012 por Salvador da Cunha
Numa destas tardes, ouvi esta conversa entre um consultor da Lift e um cliente novo, aparentemente satisfeito com o nosso serviço de assessoria de imprensa:
Cliente: Excelentes resultados. Os meus parabéns. As notícias publicadas superaram largamente as nossas expectativas e aparentemente toda a gente que nos interessa ficou a par deste novo produto. Até já temos encomendas…
Só não compreendo como é que no relatório que nos enviam falam num envolvimento para esta acção de 86 horas… é necessário tanto tempo para fazer um press release?
Resposta: Não meu caro, o press release foi feito em menos de uma hora. O que é necessário em 86 horas é apanhar os 25 jornalistas com quem falámos, perder algum tempo de relacionamento com cada um deles para que fiquem convencidos que a informação que lhes estamos a transmitir é uma boa noticia para os seus leitores. De outro modo, as noticias publicadas seriam menos e irrelevantes…
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20 de July de 2012 por Salvador da Cunha
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26 de June de 2012 por Salvador da Cunha

Nos últimos 8 anos a Lift Consulting foi sempre nomeada para melhor agência de comunicação portuguesa pela Meios & Publicidade, tendo ganho 6 dessas 8 vezes. Este ano fomos novamente nomeados, com toda a justiça. As nomeações estão muito mais difíceis: este ano foram apenas três agencias, mas as razões da Lift são muito relevantes. Não só ganhamos um conjunto muito relevante de clientes, como estamos a apenas um passo da liderança do mercado.
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23 de May de 2012 por Salvador da Cunha

Há doze anos atrás, um acerto de caixa de final de ano deixou perdido no fundo do cofre, dentro de um envelope, a fabulosa quantia de 1.976$00 escudos (9 euros e 85 cêntimos).
O melhor, pensei, é voltar a guardar. Não vá fazer-nos falta nas próximas semanas…
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22 de May de 2012 por Salvador da Cunha

No final desta semana começa a 5ª edição do Rock in Rio Lisboa: o maior evento do mundo da música volta a Portugal e este ano, mais uma vez, repleto de inovações para os fãs.
A Lift, como habitualmente, está totalmente envolvida neste grande espectáculo, com mais de 15 consultores a apoiar in loco o evento, na tenda reservada à comunicação social.
Mas este ano a inovação não está só no recinto do Rock in Rio. Inovação digital também na forma como o evento comunica com jornalistas e bloguers, através da sala de imprensa virtual alojada no “social media release” do grupo: a up news. Está disponível em http://www.upnews.com.pt/Sala-de-Imprensa/RockinRio. Mais interessante, é que todas as empresas que queiram uma igual, está disponível em dois dias, por preços muito modestos…
De facto, os jornalistas que queiram aceder à informação do Rock in Rio já não vão ter de ter caixas de e-mail gigantes para receber as fotografias e ou vídeos do evento: podem fazer download através da sala de imprensa virtual, bastando para isso um simples registo na Up News.
E a Lift volta a marcar pontos como a mais inovadora consultora de comunicação nacional.
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22 de May de 2012 por Salvador da Cunha

O Lift Summer Camp vai regressar, como habitualmente, em Julho próximo, para a sua quarta edição. Desta vez em parceria com o ISCTE-IUL, depois de nos anos anteriores ter tido o apoio da Microsoft e da Oni Communications.
Destinado sobretudo a jovens profissionais da comunicação e do marketing, o Lift Summer Camp tem como objectivo proporcionar um conhecimento prático do mundo da comunicação e relações públicas, através da transmissão de conhecimentos práticos dos oradores.
Este ano, para além da habitual presença dos quadros do grupo Lift, estão confirmados nomes como Vicente Rodrigues, Gonçalo Pernas e Gustavo Cardoso, professores do ISCTE-IUL, Patrícia Fernandes (Microsoft), Mafalda Gonçalves (IKEA), Luís Roberto (BP), Conceição Zagalo (Grace / IBM) e José Lopes (easyJet).
Programa Lift Summer Camp 2012
6 de Julho – O conceito de PR / Os media e consultoras em Portugal
9 de Julho – Reputação – Métricas e Avaliação / Evidence-Based Communications
10 de Julho – A Responsabilidade social e empresarial e Sustentabilidade / Comunicação Interna
11 de Julho – Como planear uma estratégia integrada – o Caso easyJet / Exercício Prático
12 de Julho – Public Affairs e o lobby em Portugal / Gestão de Crise
13 de Julho – Word-of-Mouth: a tecnologia e o regresso às origens da comunicação / Debate de encerramento: As tendências na comunicação
Há muito mais informação no site http://summercamp.lift.com.pt/
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5 de May de 2012 por Salvador da Cunha
Uma analise rápida às contas de 2011 do Grupo Lift, há algumas conclusões interessantes que podemos tirar. O gráfico mostra um retrato dos mercados de exportação, que no Grupo Lift, sem contar com a operação em Angola (cuja facturação é local e directa e por isso não surge na componente de exportação), representou um pouco menos de 10% do volume de negócios, num valor que rondou o meio milhão de euros.
Dos 14 mercados para onde vendemos no ano passado, há dois predominantes: Espanha e Reino Unido. Alemanha e Estados Unidos surgem no terceiro e quarto lugar.

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4 de May de 2012 por Salvador da Cunha
Em termos reputacionais, há um dos principais Stakeholders do Pingo Doce que sai muito reforçado com esta acção: os seus clientes.
Acredito que à primeira vista possa parecer que há muitos danos reputacionais; cientificamente tenho a certeza que não.
Os sentimentos base e os comportamentos de suporte não se alteram significativamente com este caso. Por um lado, os clientes compram mais.
Mas nem por isso os outros são afectados: nem os investidores investem menos, nem os trabalhadores querem sair, nem os fornecedores deixam de fornecer, nem os banqueiros deixam de emprestar ou as autarquias de licenciar. Ou seja, não há danos reputacionais, para além de uma impressão pontual menos boa de algumas imagens televisivas ou da leitura de algumas opiniões desfavoráveis.
Do ponto de vista de marketing foi uma acção fabulosa. Aumentou significativamente a notoriedade do Pingo Doce junto dos clientes de outras cadeias de desconto, posicionando a mensagem nos baixos preços.
Do ponto de vista comunicacional, só pecou porque não previu o que podia vir de lá. Nem adequou a estrutura à dimensão da procura, nem a comunicação ao potencial de crise. Pecou por defeito. Acontece. Da próxima vez já estarão mais bem preparados.
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17 de April de 2012 por Lrodrigues

Analisar nos 20 países mais influentes do mundo quem são os 10 políticos mais influentes, é uma tarefa complicada, mas possível. A ideia parte da Burson-Marsteller, uma das 3 maiores consultoras de comunicação globais (representada em Portugal pela Lift) em associação com plataforma Klout, que mede a influência que cada pessoa tem nas redes sociais.
A ideia é muitíssimo interessante porque, de facto, as redes sociais vêm alterar os anteriores paradigmas das redes de influência de cada um de nós. Através do Twitter, do Facebook ou do Google +, o alcance das mensagens é muitíssimo maior do que nas redes de influência tradicionais (não digitais).
O Klout desenvolveu um algoritmo que permite relacionar a influência baseado em três pilares:
Alcance: o número de pessoas alcançado nas principais redes sociais, ou seja, o número de amigos, de seguidores e de contactos do Twitter, Facebook, Google + e Linkedin.
Amplificação: Qual o real grau de influência, baseado nas interacções com os “amigos”. Quem comenta, espalha, gosta, retuita, etc.
Network: Qual o grau de interacção com outros influenciadores de topo. Cada vez que é activado um desses influenciadores, a influência própria aumenta.
O sistema permite, depois, entender quais as áreas/sectores onde exerce mais influência, bem como o estilo de influência. O estilo pode variar do observador (mais discreto) à Celebridade (mais high profile), passado pelo especialista (muito focado, com uma boa audiência) ou pelo Curador (que apenas divulga opiniões alheias). Há ainda um conjunto de perfis intermédios, que podem ser consultados no gráfico.
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